Copa do Brasil

Hoje começa o torneio mais legal da CBF: a Copa do Brasil.

É um torneio razoavelmente democrático, onde todos os estados do país estão representados. Fato esse que gera muito folclore e muitas curiosidades.

O primeiro campeão do torneio foi o Grêmio, ao derrotar o Sport em 1989. Desde então, o formato da competição veio se transformando. Devido ao hiato entre os grandes e pequenos clubes, a federação adotou a ida e volta restrita. Evitando assim, mais goleadas históricas (como a do Galo sobre o Caiaçari do Piaui em 1991, 11 x 1) e viagens desnecessárias, para os já paupérrimos clubes pequenos.

Os favoritos desse ano são Palmeiras, Vasco, Santos e Atlético-MG.

O primeiro precisa desse título para apagar a desastrosa campanha de 2009.

O segundo, para selar de forma triunfante seu retorno a elite do futebol nacional.

O terceiro quer acabar com a fila sem títulos significantes.

Por fim, o quarto tem um técnico que busca retornar aos holofotes como um dos grandes do ofício.

No entanto, a Copa do Brasil é legal por causa das surpresas. Em 2004 e 2005, o país assistiu respectivamente, ao Maracanazzo do Santo André  e a glória do Paulista de Jundiaí.

Sem contar que em 1991, um tipo que atendia pelo nome de Felipão, deu ao tigre de Santa Catarina seu título máximo.

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Uma derrota em casa

danilo“- Não saio satisfeito não, pra mim foi uma derrota em casa!” Foi o que disse Marcos ao sair de campo ontem no empate por 2×2 com o rebaixado Sport.

Num primeiro tempo pífio, só faltou o Palmeiras entrar de amarelo em campo. No hino antes do jogo, a TV mostrou todos os jogadores com um semblante apático, com medo. E o time jogou asssim. A defesa do Sport é fraca, mesmo apático o time da casa pressionou até os 12 minutos, quando o ex-corinthiano Arce abriu o placar. E logo aos 20 outro ex-corinthiano, Wilson, ampliou.

No segundo tempo Muricy mexeu muito bem: tirou Sousa e Sandro Silva, colocou Deyvid Sacconi e promoveu a volta de Pierre; o time melhorou. Pressionou durante os 50 minutos (com os acréscimos). Ainda mais quando Durval foi expulso. Nesse momento Muricy tirou o apático e nervoso Edmílson e colocou o fraco Marquinhos, mas a troca funcionou.

O time pressionava até que aos 39, num erro do árbitro o Palmeiras empatou: Uma bola na área, o Danilo, em condição legal, girou e bateu, porém o juíz apitou antes do lance ser concluído, mas viu que tinha feito besteira e mandou o jogo seguir.

O Palmeiras sai de campo abatido, o título está mais distante, apesar da liderança provisória.