A Seleção da primeira fase da Copa do Mundo

Nós do Copeiros elegemos a nossa Seleção da primeira fase da Copa do Mundo.  Depois de muito conversar decidimos que iríamos escalar esse time num 3-4-3, para poder privilegiar os atacantes e meio-campistas que se destacaram até agora no Mundial.

Cada Copeiro elegeu sua seleção, veja o que cada um colocou:

Seleção Caio: 
Goleiro: Ochoa (MEX)
Defesa: Godín (URU), David Luiz (BRA), Blind (HOL)
Meio Campo: Pirlo (ITA), Muller (ALE), Messi (ARG), James Rodriguez (COL)
Ataque: Benzema (FRA), Van Persie (HOL), Neymar (BRA)
Técnico: Jorge Sampaoli (CHI)

Seleção Flaco: 
Goleiro: Ochoa (MEX)
Defesa: Kompany (BEL), Thiago Silva (BRA), Lahm (ALE)
Meio Campo: Bradley (EUA), Valbuena (FRA), Mascherano (ARG), Felaini (BEL)
Ataque: Benzema (FRA), Robben (HOL), Neymar (BRA)
Técnico: Jorge Sampaoli (CHI)

Seleção Tércio: 
Goleiro: Ochoa (MEX)
Defesa: Godín (URU), David Luiz (BRA), Hummels (ALE)
Meio Campo: Pirlo (ITA), Valbuena (FRA), Messi (ARG), James Rodriguez (COL)
Ataque: Benzema (FRA), Robben (HOL), Neymar (BRA)
Técnico: J. L. Pinto (COS)

Seleção Marquinhos: 
Goleiro: Romero (ARG)
Defesa: Kompany (BEL), David Luiz (BRA), Thiago Silva (BRA)
Meio Campo: Pirlo (ITA), Valbuena (FRA), Messi (ARG), James Rodriguez (COL)
Ataque: Benzema (FRA), Robben (HOL), Neymar (BRA)
Técnico: Jose Pekerman (COL)

Depois de fazermos os últimos acertos, a seleção ficou assim:

SELEÇÃO COPEIROS
Goleiro: Ochoa (MEX)
Defesa: Godín (URU), David Luiz (BRA), Thiago Silva (BRA)
Meio Campo: Pirlo (ITA), Valbuena (FRA), Messi (ARG), James Rodriguez (COL)
Ataque: Benzema (FRA), Robben (HOL), Neymar (BRA)
Técnico: Jorge Sampaoli (CHI)

Seleção do Copeiros

Seleção do Copeiros

Abraços.
Caio di Pacce.

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Enfim Espanha!

A melhor seleção do mundo. O time que joga com a bola, tocando, passando, rodando, deixando o seu adversário na roda: Enfim a Espanha é campeã do mundo!

O jogo contra a Holanda foi extremamente nervoso, brigado, até desleal. O time espanhol ficava com a bola, a Holanda se fechava, jogada no contra-ataque e matava as jogadas espanholas com faltas, qualquer tipo, até de maneira desleal. Mas a tônica do jogo era o nervosismo de ambas as equipes.

Mesmo jogando melhor, a Espanha dificilmente arriscava, ficava com a bola, mas não era tão incisiva. E foi pelo nervosismo, pelo medo, a Holanda não levou: Em lindo passe de Sneijder, a única boa jogada dele do jogo,  Robben saiu cara a cara com Casillas. O jogador tremeu e perdeu o gol mais feito do jogo.

Com isso o psicológico do time laranja abalou-se mais ainda, e assim o time foi mais violento, começou a tomar mais pressão da Espanha. Em uma atuação apagada, Villa, que também perdeu gol feito, saiu de campo para a entrada de Torres. Dessa maneira, o jogo terminara em 0x0.

Na prorrogação a Holanda perdeu a mão. Começou a bater de vez, e assim perdeu seu zagueiro Heitinga. Robben estava morto em campo, visivelmente abalado com a chance perdida. E em uma final com times que tremem em Copas, o psicológico falou mais alto.

Em um contra-ataque Iniesta fuzilou o bom goleiro holandês e definiu o placar. A Holanda ainda tentou no desespero, mas não deu para a Laranja. A Espanha entrou no hall de campeões do mundo e a Holanda sacramentou-se como o time amarelão de Copas.

O título foi merecido, a Espanha dessa vez perdeu quando pôde, soube se recuperar e foi encaixando seu futebol durante a competição.

Parabéns à Fúria, aos espanhóis e à toda a colônia espanhola aqui no Brasil.
Vibrem muito! Vocês merecem.

Ah! O melhor da Copa? Diogo Forlán. Merecidamente! Parabéns a ele também!

Abraços,
Caio di Pacce.

FOTO: LANCENET!

Inter Campioni al Cubo!

Quarenta e cinco anos depois da última conquista, a Argentina resolveu conceder o título máximo de clubes da Europa à Internazionale de Milano. Os argentinos Diego Milito e Esteban Cambiasso foram os grandes destaques da partida.

Em um jogo truncado, o escrete italiano começou afobado e pressionando os bávaros-batavos do Bayern. No entanto, após os 15 minutos do primeiro tempo, o time alemão aparentou mais serenidade e dominou o jogo.

Não foi suficiente. José Mourinho enxerga tática como poucos e com o desenrolar do certame, o time da Inter foi se organizando. A infantaria interista começou a funcionar e aos 35 minutos, Milito abriu o placar.

Após os times voltarem dos vestiários, a cena do jogo mudou. O Bayern buscava o gol de empate, mas não tinha criação no meio. A jogada exaustiva pela direita com Robben era facilmente neutralizada pela boa defesa italiana.

Cambiasso muito bem posicionado, coroou a sua atuação ao afastar com a careca, um chute certeiro de Muller aos 17 do segundo tempo.

E foi Cambiasso que deu o passe para Milito aniquilar o jogo. Após uma roubada de bola na intermediária de Sneidjer, o volante argentino lança seu conterrâneo que vinha acompanhado por quatro zagueiros e Eto’o. Com frieza e categoria, Milito corta o beque alemão Van Buyten e completa contra a meta alemã.

O título da Inter nos mostra duas coisas. Primeiro que a seleção brasileira terá um defesa afinada. Apesar da partida regular, Maicon é o braço forte defensivo. Júlio César passa uma fase excepcional. Lúcio chega com experiência e muita disposição.

Por outro lado, a vacilante Argentina das Eliminatórias parece ter ficado para trás. Sem contar Higuain e Aguero, dois outros jogadores chegam a Copa em condições de tirar o sono (e sonho) canarinho: a unanimidade Messi e agora o heróico Diego Milito.

Final da Champions

Amanhã o mundo conhecerá o campeão dos campeões da Europa. No Santiago Bernabéu, a Inter de Milão medirá forças com o Bayern de Munique.

Será o último grande jogo antes da Copa do Mundo, de times que estão repletos de jogadores convocados. Entre os principais craques, do lado italiano estão Júlio César, Maicon e Lúcio (Brasil), Sneijder (Holanda), Milito (Argentina) e Samuel Eto´o (Camarões). Já o time alemão, tem Robben e Van Bommel (Holanda), Ribery (França) e Klose (Alemanha).

A Inter de Milão não disputa uma final da Champions League desde a temporada 1971/1972. Naquela ocasião, perdeu para o Ajax por 2 a 0. A equipe que trucidou os italianos era o estandarte do futebol total e formava o embrião da seleção holandesa que disputou a Copa de 74 e encantou a todos.

O Bayern tem uma história mais recente. Em 2001, venceu o surpreendente Valencia nos penâltis faturando o caneco. Naquele ano, o goleiro Kahn vivia grande fase e foi decisivo para o título alemão. Um ensaio para a Copa do Japão-Coréia do ano seguinte.

Pelo estilo de jogo das duas equipes, para esse sábado o torcedor pode esperar um jogo de forte marcação dos dois lados e em altíssima velocidade. Todo cuidado para cada lado será pouco, afinal a vaidade de José Mourinho, técnico da Inter, e Louis Van Gaal, treinador do Bayern, não aceita derrotas.

Façam suas apostas!

Por Tércio e Flaco