Santos, Campeão do Brasil

A derrota para o Vitória deu o título inédito da Copa do Brasil ao Santos Futebol Clube. O time da baixada paulista agora se iguala ao Palmeiras, em número de títulos nacionais, computando nove canecos no total.

O jogo em si esteve longe de ser uma final de campeonato. O péssimo gramado do Barradão não ajudou nem o limitado time da casa. A chuva persistiu em roubar a estética do jogo e os chuveirinhos eram inevitáveis.

Antes arma secreta do time baiano, foram os paulistas que utilizaram o jogo aéreo para abrir o placar e bater o último prego no caixão do Vitória. O time não desanimou e buscou o resultado, mas todos dentro das quatro linhas sabiam que já era tarde. Não vou elogiar a torcida, pois sempre que vejo os gols do Vitória no Fantástico, o estádio está vazio. Tudo bem que era final de campeonato, mas a torcida tem que estar presente. Sempre.

O título da Copa do Brasil vem coroar essa geração santista que encantou e alvoroçou o futebol nesse último ano. O desmanche é inevitável e começou antes de acabar o jogo. Substítuido no segundo tempo, Robinho dá mais um adeus para a Vila Belmiro.

Como idealista do futebol, fico feliz que um time com a pegada do Santos tenha sido vitorioso no primeiro semestre. Claro, torço a cara para atitudes imbecis de Robinho, Madson, Felipe e toda a patota do mal. No entanto, não seria justo, nem comigo mesmo, negar que gosto de ver o Santos jogando.

Dá uma esperança no peito, saber que existem times que ainda se preocupam em fazer gols.

Agradecimento ao Cadu Martins

Foto: Agência Lance!

Cavando o Vitória.

Existe um ditado que diz que é mais dificil se manter no topo do que chegar lá. De fato, quando conquistamos alguma coisa, a sensação de vitória é efêmera. Por isso que pessoas que conseguem sucessos consecutivos na vida são admirados. Ou invejados.

Sou um grande crítico do Santos atualmente. Gosto muito do futebol que os garotos vem apresentando, mas isso para mim não basta. Sou daqueles românticos, peladeiros, que quer enxergar além dos passes e dribles bonitos.

Ontem, na Vila Belmiro, Neymar errou um pênalti. Tudo bem, ele já havia batido da mesma maneira em outras oportunidades e convertido. No entanto, essa cobrança, naquele momento, naquela hora, mostrou falta de tato do terceiro raio santista.

Muitos estão comparando o evento com a cobrança de Loco Abreu contra Gana. Na verdade, não há a mínima comparação. A diferença entre a cobrança de Neymar e do uruguaio, pode ser entendida como assimetria de informação.

Certamente os ganeses não se tocaram que Loco Abreu havia batido um penâlti desse tipo em uma final de estadual aqui no Brasil. No entanto, os baianos do Vitória acompanham todo o estardalhaço que Neymar anda fazendo pelos campos tapuias. Ou seja, os ganeses não sabiam (ou não acreditavam), mas os baianos sabiam (e consideraram a hipótese).

Ao cobrar a penalidade dessa maneira, Neymar mostrou displiscência e arrogância. Poderia ter deixado, logo, seu time em maior vantagem. Poderia ter mostrado maturidade. Assim como Ganso, que controla o deslumbramento a la Robinho.

Do mais, o Santos conseguiu uma bela vitória. Isso por que é muito mais time que o Vitória. Os times do Nordeste costumam esbravejar que os visitantes sofrerão no “caldeirão” nos jogos de volta.

Só que dessa vez, não há possibilidade. Os meninos da Vila saíram de casa com uma mão na taça.

Foto: Portal Abril

Quarta de decisão

Hoje Santos e São Paulo começam a decidir seu semestre, o clube da baixada joga contra o Vitória na Vila famosa pela primeira mão da Final da Copa do Brasil. E o tricolor paulsita enfrenta no sul o Internacional pela semi-final da Libertadores.

O Santos fez um primeiro semestre brilhante. Foi o time que jogou mais bonito e melhor no primeiro semestre, ganhou o Paulistão e chegou a final da Copa do Brasil em dois jogos incríveis contra o Grêmio, uma briga entre os dois melhores times do país na época.

Mas chegou a essa final, mesmo com a vitória no clássico com o São Paulo, com um certo clima de desconfiança. Os meninos André e Neymar estão com a cabeça na Europa, o primeiro já está acertado com o Dínamo Kiev, o segundo possivelmente apareça no Chelsea. Escândalos internos de briga entre Wesley e Robinho, esse que já pensa em voltar para o City.

Sem contar que Ganso vem se recuperando de uma artroscopia no joelho. Tudo isso culminou em uma série de 3 derrotas e 1 vitória no pós-Copa.

O caso do São Paulo é ainda mais sério. o clube paulista estava engrenado antes da Copa, com a vinda de Fernandão, até as críticas à Ricardo Gomes sumiram. Críticas essas que apareceram em peso nos últimos 4 jogos, 3 derrotas e 1 empate. Muitos dizem que o treinador já está ciente de sua demissão e que sairá do time após a Libertadores, independente do resultado.

Ricardo Oliveira foi apresentado ontem, assim como a demissão e Washington, mudanças no elenco às pressas. Atividades atípicas pro clube do Morumbi. Enquanto isso o Inter sege invicto, reforçado por Renan, Tinga e Rafael Sóbis, invícto e com 100% de rendimento.

Será uma quarta-feira de muita emoção.

Abraços.
Caio di Pacce

Classificação paulista!

Hoje dois grandes jogos aconteceram, duas classificações importantíssimas em dois grandes clássicos do futebol brasileiro. No Morumbi, o São Paulo recebeu o Cruzeiro podendo perder até por 2 gols de diferença, em jogo válido pelas quartas-de-final da Copa Libertadores.

Na Vila Belmiro, o palácio do futebol brasileiro, recebeu um jogaço entre Grêmio e Santos, válido pela semi-(final) da Copa do Brasil, no qual o time da casa precisava ganhar do tricolor gaúcho. A disputa dos dois melhores times do Brasil, na minha humilde opinião.

A missão do São Paulo não era difícil, e ficou muito mais fácil quando Kléber foi expulso no primeiro minuto de jogo, após isso, o São Paulo manteve a posse de bola e soube controlar toda a partida. Os gols tricolores foram meros detalhes, Hernanes abriu o placar no primeiro tempo e Dagoberto completou no segundo: 2×0 e um massacre tricolor. Classificação merecida.

O Santos sofreu muito, principalmente no primeiro tempo, quando o Grêmio marcou muito, conseguiu anular as principais jogadas dos jogadores santistas, e quase abriu o placar. Mas quem vacila contra o Santos, principalmente na Vila, sofre.

No segundo tempo o clube da baixada começou avassalador, o Grêmio marcava muito, mas talento é muito dificil de se marcar, em uma linda jogada PH Ganso, num petardo de longa distância, o Santos abriu o placar. Minutos depois, um contra-ataque rápido e Robinho mostrou porque joga na seleção, encobriu o Vitor e ampliou o placar.

Mas o Grêmio é forte, principalmente na bola aérea, numa falta boba Jonas cabececou e Rafael Marques diminuiu. A partir dali era um jogo aberto, sem tática e muita vontade. Nessa batalha o Santos falou mais forte, Wesley definiu o placar: 3×1.

Parabéns ao São Paulo e ao Santos.

Abraços.
Caio di Pacce.

FOTOS: LANCENET!

No Olímpico quem dá bola é o Grêmio.

Ontem ocorreu a primeira mão da semi-(final) da Copa do Brasil entre Grêmio e Santos. O embate mais esperado dessa competição.

O jogo no Estádio Olímpico, além do jogo mais importante do ano para as duas equipes envolvidas, era um tremendo teste para os Meninos de ouro da Vila Belmiro.

Neymar não foi a campo, pois estava suspenso. Ainda bem para os santistas, André entrou em seu lugar e foi logo resolvendo a partida. Em 20 minutos de peleja, o jovem camisa 9 de Nova Iguaçu marcou duas vezes, para desespero dos tricolores.

Tudo ficaria pior quando Jonas, que já jogou no Santos, perdeu um penalti, com boa defesa do jovem goleiro Felipe. Esse garoto fez um excelente primeiro tempo, operando, pelo menos, 3 milagres.

Já no segundo tempo, o time da casa, apoiado pela sua apaixonada torcida, veio para cima, dessa vez decidido a marcar. E para um time que tem Borges, marcar é quase que certeza.

O ex-são paulino fez o primeiro, o segundo e o quarto gol do Grêmio. Em uma virada magistral do imortal tricolor. Com 30 minutos de segundo tempo, o mesmo Jonas que perdera o penalti acertou um lindo petardo de longe, e fez o terceiro. O placar ficou 4×2.

O resultado praticamente classificava o Grêmio para a final da Copa do Brasil, em uma das viradas mais espetaculares vistas no futebol, mas o Santos não é o melhor time do Brasil a toa.

Paulo Henrique Ganso, o não selecionado mais selecionado do time de Dunga, acertou um incrível  passe para o camisa 11 da seleção brasileira, o Robinho, que dominou no peito e sem deixar cair, tirou do goleiro Vitor: 4×3 Grêmio.

Uma vitória incrível do time da casa, mas o gol de Robinho pode ter sido o gol do título. Nada ficou definido nessa semi-(final), e mesmo com a derrota, os Meninos passaram no teste de jogar na casa do Grêmio.

O time do Santos pode passar, mas no Olímpico quem dá bola é o Grêmio.

Abraços.
Caio di Pacce.

Deus não faz milagres sozinho

O Palmeiras foi eliminado por mais uma surpresa na Copa do Brasil, historicamente o clube tem esse tipo de eliminação, já foi Ipatinga, Santo André, Asa de Arapiraca, dessa vez pelo Atlético Goianiense.  

O time do Parque Antártica começou melhor o jogo, pressionou bastante no primeiro tempo, perdeu grandes e boas chances de matar a partida, principalmente com Robert. Porém o time alvi-verde mostrava-se em campo um time sem vibração, sem tesão de jogar, sem gana de vencer.

Já o segundo tempo foi o inverso, o time da casa pressionou muito o Palestra, principalmente após a expulsão do volante Pierre. E como diz o ditado, a água bateu tanto que acabou furando, o Atlético abriu o placar e levou os jogos para as penalidades.

Marcos é famoso por defender penaltis, por crescer nesse tipo de decisão. E ele cresceu mais uma vez. Mas uma andorinha só não faz verão, e Deus não faz milagres sozinho, o Palmeiras teve a capacidade de perder 4 penalidades e ser eliminado.

Parabéns ao goleiro artilheiro Márcio do Atlético, e ao próprio Atlético-GO.

FOTO: Lancenet!

Abraços.
Caio di Pacce.

Sufoco desnecessário.

O Palmeiras foi até Curitiba enfrentar o Atlético PR na Arena da Baixada com a vantagem do 1xo da semana passada no Parque Antártica. O clima estava tenso entre os jogadores e as torcidas devido à polêmica de Danilo, que fez declarações racistas para Manoel.

Estranhamente o jogo foi morno, o Palmeiras era muito superior ao time paranaense, a defesa sofria muito pouco e tudo parecia ser muito fácil, principalmente quando Lincoln sofreu pênalti e o zagueiro rubro-negro foi expulso. Porém o Palmeiras não queria facilidade, Robert fez uma das cobranças mais bizarras que eu já vi e o bom goleiro Neto defendeu a cobrança.

Mas mesmo com o penalti perdido, o Atlético com um homem a menos não tinha forças para chegar na defesa palmeirense e o time do Parque Antártica levava o jogo a banho Maria. O único que queria emoção era o juíz Gutemberg de Paula Fonseca (RJ), que parava o jogo excessivamente, sempre pendurando os jogadores com cartões: Foram 9 ao total.

Era facilidade era tanta que o Palmeiras perdia chance atrás de chance, chegava muito fácil pela direita, com Márcio Araújo, o melhor em campo, mas o time era displicente e exagerava no preciosismo nas finalizações.

Mas como em ensinou meu pai, quem não faz toma, e o Sr. Gutemberg fez questão de por em prática esse ditado. O juíz marcou um dos penaltis mais bizarros que eu já vi na vida. E com paradinha Alan Bahia abriu o placar aos 35 do segundo tempo.

O Palmeiras teve que acordar, e voltou a jogar sério, pois o jogo estava indo para as penalidades. O time forçava as jogadas com o Márcio Araújo, pois o lateral bem improvisado pelo Zago tinha espaço e em uma bela triangulação do ataque palestrino, Lincoln completou para empatar o jogo aos 44 minutos.

A vaga veio, o time jogou bem, mas faltou a tranquilidade para matar o jogo quando teve a chance.

Abraços.
Caio di Pacce.

Enfim vitória.

O Palmeiras veio ao Palestra pressionado,  sem vencer mais de um mês, sua última vitória foi contra o Santos na Vila Belmira. E a missão do time de Pq. Antártica não era fácil, tinha que bater o embalado Atlético Paranaense, para encaminhar sua classificação para as quartas-de-final da Copa do Brasil.

E o time vinha desfalcado, principalmente do camisa 10, o Cleiton Xavier, por isso Antônio Carlos improvisou, avançou Diego Souza (coisa que ele disse que não faria), puxou Marcio Araújo para a lateral direita e colocou Figueroa na meia, na re-estréia do chileno após aos terremotos em sua terra natal.

Eu mesmo achei que o treinador iria cavar sua cova com essas mudanças, mas felizmente me enganei. O time ganhou muita qualidade de passe pela direita, soube criar os espaços no campo de ataque e em um belo passe de Edinho, Robert abriu o placar em um chute forte rasteiro.

O camisa 20, artilheiro do Palmeiras agora com 14 gols, fez boa partida, além de abrir o placar, conseguiu causar alguns problemas para a zaga paranaense, principalmente em jogadas aéreas.  Após o gol, o Atlético começou a atacar e também na bola alta, alçadas pelo veterano Paulo Baier, conseguiu gerar perigo, mas faltou eficiência.

Na segunda etapa o clube palestrino administrou a vantagem e o Atlético não conseguiu gerar muitos perigos, só uma cabeçada para uma boa defesa de Marcos, qu estava de volta ao time titular. Paulo Baier ainda fez uma falta feia em Pierre e levou o vermelho.

Foi um bom jogo, o Palmeiras jogou bem, conseguiu ser compacto, principalmente na defesa. Ainda faltou mais criatividade no ataque, porém o time melhorou bastante. Agora a vantagem para o Palmeiras é boa, mas jogar na Arena é bem complicado.

Abraços.
Caio di Pacce.

Foto: LANCENET!

Vagas carimbadas para a próxima fase.

Ontem 2 grandes paulistas esntraram em campo, o Corinthians num vazio Pq. Central do Uruguai contra o Racing pela Taça Libertadores e o Santos, que jogou na Vila Belmiro no dia de seu aniversário de 98 anos, contra o campeão brasileiro de 1978, o Guarani.

O time do Parque São Jorge esperava mais complicações em Montevidéu, o Racing não deu muito trabalho, foi uma dessas partidas sonolentas, que está claro quem irá vencer o jogo sem muitos problemas. E deu Corinthians: 2×0, em uma exibição sem muitos destaques, mas muito eficiente. O jogo foi tranquilo mesmo com o goleiro Júlio Cesar na meta corinthiana, que foi pouco acionado.

E esse jogo fica ainda mais sonolento, quando se compara ao jogo da Vila Belmiro pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Os meninos da vila fizeram mais uma traquinagem, deram um show de aniversário na Vila Belmiro, dessa vez em um time de série A do Brasileiro. Neymar, Robinho, Ganso e cia fizeram 4×0 só no primeiro tempo.

O Guarani coitado, ficou desnorteado, na volta do intervalo a história se repetiu e o jogo terminou num massacre bonito: 8×1 para os garotos, com direito a 5 gols de Neymar e 2 de Robinho.

A vitória simples do Corinthians garantiu o clube na próxima fase da competição com o primeiro lugar no grupo A. E o show de aniversário carimbou a vaga para as quartas-de-final da Copa do Brasil, já que o Guarani precisa fazer 7×0 no clube da baixada.

Abraços.
Caio di Pacce

Fotos: LANCENET!

A valentia e a mística da Lusa do Canindé

Canindé mais uma vez foi palco de uma grande partida. Na noite de ontem, a Fabulosa mediu forças com a Macaca pela Copa do Brasil. A primeira perna do confronto fora um empate sem sal em 1 a 1 no interior paulista.

De luto pela perda da vaga no G4 do Paulistão, a Lusa vestiu seu uniforme negro e entrou no gramado sem Hevérton. Como mandante, começou o jogo de forma cadenciada, insistindo pelas laterais. Do outro lado, uma Ponte Preta cautelosa e veloz explorava os contra-ataques.

Nesse ritmo, a Portuguesa abriu o placar depois de uma boa jogada que terminou nos pés de Luiz Carlos. Saira o primeiro zero do placar no vazio e magoado Canindé.

O primeiro tempo acaba com uma boa atuação do polêmico Domingos. Além de cumprir sua função, o truculento zagueiro ainda fez bons passes e ajudou organizar o meio campo lusófono.

Mas outro jogador também chamaria a atenção: Celsinho. Na saída dos jogadores para o vestiário, a torcida começa a insultá-lo. Vagabundo e cachaceiro foram os mais leves apelidos que lhe deram. Em um destempero, o jovem jogador reage,mostrando o dedo médio para a torcida.

Na volta para o segundo tempo, a tensão entre jogador e torcida se mantém. O aquecimento dos reservas atrás do gol é recheado de insultos. Até que o jogador X intervém e pede calma para os torcedores.

Sérgio Guedes voltou com a Ponte mais veloz e organizada pressionando o time da casa. Tanto que explorando o costado dos laterais da Lusa, Finazzi recebe um passe a meia altura e com um voleio bate de chapa para igualar o placar. Belo gol que levaria o jogo para as penalidades.

Benazzi então mexeu no time. Mesmo aos gritos de “burro”, colocou o uruguaio Bizcayacu  e o polêmico Celsinho. Mudanças que surtiram efeito e lançaram o time à pressão.Até que em um passe de profundidade, o judas Celsinho cruza mascado e El Grilo só tem o trabalho de completar: 2 a 1 – a Lusa estava nas oitavas de final da Copa do Brasil.

Na comemoração, Celsinho se dirige vagarosamente para a torcida e com as mãos em prece roga trégua. Ainda ressabiados, os torcedores resolvem aceitar e passam aplaudir o camisa 17.

No reínicio da partida, Finazzi é expulso e na continuação da jogada o mesmo Celsinho chuta a bola em cima do jogador ponte-pretano que estava no chão. A discussão começa e o juíz expulsa dois jogadores lusos: Preto Costa e o místico Celsinho.

Já ao som de “e-li-mi-na-do”, o juíz encerra a partida. Agora a Lusa vai pegar o Fluminense nas oitavas de final da Copa do Brasil.

Avraços.

Caio di Pacce e Flaco Marques.