Isso é Palmeiras x Corinthians

Semi-final do Paulista, Palmeiras x Corinthians. Jogo eletrizante, CHEIO DE POLÊMICA, e sim, um jogaço, um clássico como a tempos não era visto. Os dois maiores clubes do Estado jogando por uma vaga, um jogo sem empates, com vitorioso e um derrotado. Uma vitória para o campeonato.

Tudo isso em jogo, mas um homem de amarelo com um apito, querendo estragar tudo, Paulo César de Oliveira. Podem falar o que for, nos últimos jogos do Palmeiras apitados por ele, TODOS tiveram polêmica e o time verde saiu prejudicado. E hoje não seria diferente.

Aos vinte minutos, Danilo entra em uma dividida com um carrinho com força excessiva, Liedson vem por cima chutando o zagueiro, que sai sangrando. Resultado: Palmeiras com 10 em campo, Corinthians com 11. Palmeiras entrou na pilha, perdeu a cabeça. Felipão, que não tem sangue azul, fez o sinal que nenhum juíz quer ver. Outro expulso.

Antes de tudo isso, Valdívia era o nome do jogo até dar um chute no vácuo e reclamar de dores, aos 15 minutos. Jogo que ELE não pode dar o luxo de ficar de fora. Pra mim, precisa dar uma resposta a isso para a torcida. Ter que pelejar como os outros jogadores de verde fizeram, e fazem nessa temporada.

Mas o Palmeiras é um time operário, brigador, guerreiro, mesmo com 10, prejudicado, queria jogo. Foi pra cima e abriu o placar. 1×0 com Leandro Amaro, que entrou pra recompor a defesa.

O Corinthians tinha a posse de bola, mas não criava. Jogava muito pouco, mas em um escanteio, e na única falha de Deola com a camisa do Palmeiras, empatou o jogo. Willian, que entrou no lugar do reclamão Dentinho.

Fim dos 90 minutos e jogo para as penalidades. E o Corinthians levou a melhor, 6×5. João Vitor ficou nas mãos de Júlio Cesar. E o Timão na final.

O juiz quase tirou o brilho do jogo. O Palmeiras foi gigante, Márcio Araújo, M. Assunção, Kléber, Luan foram guerreiros, mas a final do Paulistão será alvi-negra. Que o Corinthians que se cuide, pois se jogar assim, nem com Paulo César de Oliveira, o Santos vai dar uma coça e levantar a taça outra vez.

Abraços.
Caio di Pacce.

O vacilo fatal?

O time do Corinthians vacilou na Bahia, não jogou como Corinthians. Empatou contra o Vitória e deixou a liderança escapar.

Ronaldo jogou apenas 28 minutos, depois saiu com uma lesão. Durante esse tempo, foi decisivo, deixou Danilo na cara do gol para abrir o placar, depois deixou Jorge Henrique em jogada semelhante, mas este não marcou.

O time do Vitória não se encaixava no primeiro tempo, mas com a entrada de Iarley, o time corinthiano não conseguia mais pressionar. Com isso, aos 43 do primeiro tempo, Ralf pôs a mão na bola, desviou o trajeto da mesma: Pênalti. Viafara empatou.

O time se desestruturou. Já no intervalo começaram a reclamar da arbitragem, lembrando o cruzeiro da semana passada. O único com a cabeça no lugar era Roberto Carlos, que dizia: – Tem mais 45 minutos!

Mas os demais 45 minutos não tiveram efeito. O time sentiu muito a falta de um 9. Elias e Jucilei estavam irreconhecíveis, talvez cansados da viagem pela Seleção. E o sábio Tite, dessa vez não foi tão sábio:

Ele mexeu muito mal no time, tirou Jorge Henrique morto em campo, colocou o volante Paulinho, depois faltou coragem pra arriscar, não colocou William Morais pra tentar a vitória, quando o jogo em Barueri estava SPFC 1 x 4 Fluminense.

Os torcedores baianos reclamaram muito ainda de um penalti do ótimo goleiro Júlio Cesar em cima de Adaílton, num lance muito similar de Gil e Ronaldo 7 dias antes.

Na coletiva depois do jogo, 15 de 10 perguntas foram sobre a arbitragem. Muita gente queria polêmica, falar mal dos juízes ao invés de ver que o vacilo do timão foi dentro de campo. Dessa vez Tite foi sábio, não caiu nas polêmicas, não entrou em desespero, não bateu na mesa. Queria explicar ao torcedor o que aconteceu em campo, com a bola em jogo, mas a imprensa não deixou.

Não foi o apito que empatou o jogo. O Vitória foi muito melhor que o Corinthians.
E agora, o vacilo foi fatal?

Abraços.
Caio di Pacce

FOTO: Lancenet!

Com a taça na mão

O Brasileirão é fácil o campeonato mais emocionante do mundo. A rodada do fim de semana era para definir o campeonato. O Corinthians está com a taça na mão, mas infelizmente não pelo futebol apresentado na última rodada.

Não vou entrar na discussão sobre complôs, armações, nada disso. O time corinthiano foi beneficiado pela arbitragem contra o Cruzeiro, assim como fora prejudicado contra o Guarani, simples assim.

Como membro da Liga anti-penaltis à brasileira, criada pelo jornalista Mauro Cezar Pereira da ESPN Brasil, não marcaria nada no lance que definiu o jogo do Pacaembu.

O Cruzeiro foi melhor durante os 90 minutos, teve lances não marcados pela arbitragem, impedimentos, faltas, e no primeiro lance duvidoso a favor do Corinthians. Mas daí, fazer todo aquele estardalhaço após a partida, é brincadeira.

Todo essa discussão do pênalti em cima do Ronaldo teria uma tonalidade menor, se o Fluminense fizesse o dever de casa. Mas, o time de Muricy Ramalho sentiu a pressão e empatou contra o virtual rebaixado Goiás.

Agora, o Corinthians está com a taça nas mãos, Tite tem o grupo na mão, Ronaldo é decisivo, Roberto Carlos também. Tudo conspira a favor do Timão. Será que alguém tira o penta do Parque São Jorge?

Abraços.
Caio di Pacce.

Dublin anoiteceu calada.

A noite de quarta-feira tinha tudo pra ser inesquecivel para os irlandeses. O jogo em Paris valia muito. Metade do estadio era verde, branca e laranja.  E o time de Trappatoni estava muito afim de roubar a cena e a fazer a festa fora de casa.

A partida comecou tensa, a Franca queria claramente  se defender e contra-atacar e o limitado time Irlandes insistia demais nas bolas aereas, mas jogava pra frente, querendo o resultado. A esperanca irlandesa cresceu quando o experiente Robbie Keane abriu o placar aos 32 do primeiro tempo.

O time frances estava apatico, Gorcouff e muito fraco, logo o time frances ficava sem meio campo, Anelka e Henry tinham que buscar a bola no meio campo e o jogo nao rendia. O time irlandes foi melhor no segundo tempo tambem. Teve duas chances clarissimas de gol, uma com Duff e outra com Keane, e eles as disperdicaram.

A primeira regra que meu pai me ensinou sobre futebol: Quem nao faz, toma. E isso aconteceu na prorrogacao, mesmo com um auxilio ENORME do arbitro sueco e da mao de Henry, Gallas marcou e empatou a partida.

Ao fim do jogo os irlandeses sairam pra cima do juiz, reclamando muito de sua decisao. A torcida na cidade, que so cantava C’mon you boys in green! (no ritmo de uma das musicas do Silvio Santos. Pedro de Lara la, la la…) ficou revoltada. Via-se muitos copos quebrados, cervejas ao chao, devido a essa revolta.

A Irlanda merecia essa vaga, pois jogou melhor as duas partidas, e o povo irlandes precisava dessa classificacao, ja que sua economia ainda sente muito a crise mundial. Durante a transmissao, toda vez que mostrava o Primeiro-ministro irlandes, o pub aonde estava se unia para vaia-lo fortemente.

Bem, quem sabe fica para uma proxima vez.
Forza Irlanda.

Abracos do enviado especial.
Caio Di Pacce.

Minhas congratulações ao Simon.

154_1227-SimonCarlos Eugênio Simon. Juíz de futebol, 2 Copas do Mundo, em vias de se tornar o único brasileiro a apitar pela  3a vez. Árbitro de Fluminense x Palmeiras no Maracanã, um jogo de extrema importância, que definiria a liderança do Brasileirão.

Porém o juíz roubou a cena: em um cruzamento na área do Fluminense, Obina, mesmo sendo agarrado pelo zagueiro, cabeceou para o fundo das redes, o que seria o primeiro gol palmeirense. Digo seria, pois o Sr. Simon anulou o gol, inventando uma falta do atacante, prejudicando o Palmeiras.

O time de Pq. Antártica jogou pouco, foi dominado pelo time carioca, mas aquele gol poderia mudar a partida. Fred abriria ao placar aos 15 do segundo tempo, garantindo os 3 pontos para o time da casa, e a liderança para o São Paulo.

O trio de arbitragem ainda foi OMISSA em uma cabeçada do atacante Alan sobre Armero, que abriu seu supercílio direito. O bandeira, que estava na frente do lance, exatamente na frente do lance, não fez nada, se omitiu e o jogo continuou.

O excelentíssimo Carlos Eugenio Simon “é querido” por várias torcidas de vários clubes distintos. Em 2007, Atlético Mineiro e Botafogo disputavam as quartas da Copa do Brasil, quando o mesmo juíz não deu um penalti claro para o Galo, garantindo a vaga para o Botafogo.

Em sua última partida antes da de hoje, o clássico Sansão, ele se envolveu em uma polêmica na expulsão do Rogério Ceni, pra muitos ele não deveria ser expulso, e para os outros (santistas), ele deveria dar mais minutos de acréscimo, já que nesse mesmo lance o goleiro demorou cerca de 7 minutos para sair de campo, e o juiz só deu 3 de acréscimo.

Em sua terra natal, o Rio Grande do Sul, ele se envolveu em uma grande polêmica com o historiador, grêmista e guru do copeiro Matheus Paggi: Eduardo Bueno, o Peninha. Em tecer ferozes críticas a sua arbitragem, o árbitro foi à justiça contra o historiador.

Uma coisa que não entendo é o fato desse senhor ir apitar o maior torneio do mundo, e se tornar o único a fazê-lo pela terceira vez. E deixo claro que o Palmeiras perdeu a liderança durante nas 3 derrotas seguidas, não pela arbitragem pífia desse senhor.

Abraços.
Caio Di Pacce.

PS: Bom retorno caro Flaco.