O Peso da verde-amarela.

Jogar contra o Brasil, contra a seleção brasileira, já foi motivo de temor para os melhores jogadores do mundo. Uma camisa com 5 estrelas, com 5 taças do Mundo, seleção do melhor jogador de todos os tempos, do país que re-inventou o futebol, trouxe brilho, mágica e alegria para o esporte inglês. Mas hoje, ninguém mais a teme.

Épica cena do Baggio, melhor do mundo, temendo Romário e o Brasil

É só perguntar para as pessoas, o Brasil já não mete medo em quase ninguém. E isso não é culpa só do elenco atual, isso ainda é reflexo daquela seleção da Copa de 2006. Aquele “Dream Team” do futebol, que perdeu para Zidane e para SI MESMO, perdeu para a balada, perdeu para o ego, e a excessiva confiança. Aquele time fez com que os demais não sentissem mais medo da nossa Seleção.

O elenco atual, realmente não é o melhor elenco que tivemos, não é o melhor elenco do mundo, mas mesmo assim, temos que fazer os demais times voltarem a tremer contra a nossa seleção. Perder  o ouro para o time D do México é uma demonstração disso. A seleção que o Mano Menezes levou, será a base da Seleção que irá jogar a Copa das Confederações em 2013 e a Copa do Mundo em 2014.

As palhaçadas feita pela CBF e pelos jogadores nos últimos anos, além dos resultados fracos das duas últimas Copas do Mundo, fez com que a nossa seleção ocupasse o pior lugar no Ranking da Fifa de todos os tempos, uma mísera 13a colocação, atrás de times como Dinamarca, Croácia, Rússia e Grécia.

É hora de mudar isso, a gente precisa meter medo nos adversários, precisamos unir o elenco da Seleção, antes que façamos mais uma participação fraca no próximo Mundial, e dessa vez na nossa casa, no nosso país. Precisamos desse Hexa para lembrar para todo o mundo, qual é o país do Futebol: Nada de tourada espanhola ou do tango argentino. No futebol, quem manda, e quem sempre mandou É O BRASIL!

Camisa canarinho, camisa verde-amarela, você precisa voltar a pesar. Os jogadores que vestem ela, precisam ter o TESÃO de colocá-la, e sentir-se HONRADO de representar não os 180 milhões de Brasileiros, mas os jogadores que já vestiram essa camisa, e fazer com que os demais jogadores lembrem-se disso.

Chega de dancinha, chega de topete, de faixinha na cabeça. O que eu quero ver é bola na rede, é RAÇA. Chega de APATIA, chega de EMPÁFIA. Alegria e Ousadia eu quero ver na ponta das chuteira.

Força Brasil!

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Uma cobrança que mudou uma vida.

Roberto Baggio, nascido em Caldogno – Itália, no dia 18 de Fevereiro de 1967, o melhor jogador do mundo de 1993, disputou 3 copas do mundo – 1990, 1994 e 1998. Vestiu as seguintes camisas: Vicenza, Fiorentina, Juventus, Milan, Bologna, Internazionale e  Brescia.

Era preciso, driblava, passava e finalizava como poucos. Em 1990, na Itália, ainda era jovem e reserva na squaddra azzurra, mas fez um de seus mais belos tentos contra a Tchecoslováquia. Era decisivo. Para muitos italianos, era considerado o novo príncipe, o maior ídolo depois de Paolo Rossi, aquele que fizera o Brasil chorar em 1982.

E todos esses sonhos, considerações, expectativas caíam sobre os ombros dele na Copa de 1994. Era o melhor do mundo, liderava um time muito bom, quase perfeito defensivamente; com Pagliuca, Baresi, Maldini, Benarrivo, Costacurta – os melhores da posição. E cabia a ele marcar.

E ele o fez, cresceu nas partidas de mata-a-mata, fez 2 contra Nigéria nas oitavas, mais um contra a Espanha nas quartas e mais 2 na semi-final contra a incrível Bulgária de Stoichkov. O país da bota esperava que ele decidisse mais uma vez. Todos sabem o que  aconteceu. O pênalti final, o destino nos pés dele e a bola foi pra fora.

É a imagem que todos lembram de uma carreira brilhante, de um jogador que ganhou vários títulos, com belíssimos gols, incríveis partidas e um prêmio de melhor do mundo. Ele ainda jogou em 1998, cobrou um pênalti contra a campeã França e acertou.

Uma cobrança que mudou uma carreira, que mudou um destino de uma nação, e deu um título para os brasileiros. Segue a entrevista do principe italiano:

Abraços.
Caio Di Pacce.