Copeiros – Vlog – 2015.01 – Contratações do Palmeiras

Abraços,
Caio Di Pacce

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Henrique, Anderson Polga e a lealdade de Felipão

– Eu vou pra Copa!

A convocação de Luis Felipe Scolari para a Copa do Mundo contou com poucas novidades e poucas contestações. Um dos nomes que mais geraram estranheza para o público geral foi o de Henrique, ex-Palmeiras.

Felipão é leal, ele quer ao lado dele aqueles em quem ele confia. Henrique foi jogador dele de 2010 até 2012, quando os dois defendiam a camisa alvi-verde de Palestra Itália e o ex-camisa 3 do verdão foi leal com Scolari, jogou aonde o professor mandava e foi bem em todas as posições.

Henrique se destacou também durante a Copa do Brasil em 2012, quando foi movido para a primeira volância e essa alteração deu ao Palmeiras uma consistência tática, uma marcação equilibrada e uma boa saída de bola. Além disso, quantas vezes você amigo palmeirense não via Henrique na grande área jogando de Centro-Avante e fazendo gols?

Em 2002, além da “não-convocação” de Romário, uma das maiores contestações foi Anderson Polga, jogador gremista, que ganhara a sua vaga para a Copa do Mundo após aquele tão lembrado e comemorado título da Copa do Brasil, vencido pelo tricolor gaúcho, então treinado pelo Tite, em cima do tão badalado Corinthians.

Henrique e Polga foram leais a Felipão, e ambos foram premiados por isso. O nosso treinador quer ter o elenco na mão e aposta nisso para levantar o caneco pela segunda vez.

Abraços.
Caio Di Pacce.

PS: É bom estar de volta.

Um clássico de verdade.

Palmeiras e Corinthians, Corinthians e Palmeiras, esse é o maior clássico paulista. Hoje essas duas equipes se encontraram no Pacaembu, mando do time alvi-negro. A diferença de elenco e de situação extra-campo é imensa entre as duas equipes: O Corinthians é o atual campeão do mundo, e o Palmeiras jogará a próxima série B do Brasileiro. O primeiro fez contratações cirúrgicas e recheou ainda mais o elenco mais completo do Brasil. O segundo se desfez do seu principal jogador para conseguir completar um elenco.

Mas, clássico é clássico, tudo pode acontecer. E foi o que aconteceu. O Corinthians começou melhor, começou trabalhando a bola, e sem muita dificuldade chegava com perito à meta palestrina. Já o Palmeiras pensava em se defender e buscar os contra-ataques, que não apareciam. Até que aos 18 minutos, Emerson abriu o placar.

O Palmeiras teve que sair para o jogo, assim, conseguiu compactar suas três linhas e começou a dominar o meio-campo, e com isso controlou a segunda metade do primeiro tempo. Aos 29 minutos, a boa opção de volante, Vilson, subiu de cabeça e empatou o jogo. Com isso o psicológico do time campeão do mundo ficou um pouco abalado. O time palestrino começou a puxar contra-ataques, e teve chances de virar o jogo ainda no primeiro tempo, se o Wesley não quisesse decidir tudo sozinho, ele fez uma excelente partida, deu os passes para os gols palestrino, mas pecou em algumas jogadas, por falta de tocar mais a bola.

No segundo tempo, o Palmeiras continuou compactado, jogando bolas para a velocidadede alguns jogadores, como Patrick Vieira, em uma dessas,  Ralf fez falta, Wesley, de novo ele, colocou na área, Cássiu foi caçar borboleta e o menino Vinícius fez seu primeiro gol em clássico, o da virada palestrina.

Depois de estar perdendo, Tite fez o que precisava fazer, e mostrou como o elenco entre as equipes são díspares. Colocou, Romarinho, Pato e Renato Augusto. E o time alvi-negro voltou a dominar a partida. A movimentação do trio ofensivo do Corinthians (Emerson, Pato e Romarinho), enganava a zaga palestrina em vários momentos.

Em um escanteio palestrino, Emerson fez entrada criminosa, solando, e não foi expulso. O único erro da arbitragem, na sobra dessa falta, Cássio lançou Pato que fez um domínio de Ronaldo, segurou a zaga e rolou para Romarinho empatar aos 25 minutos. O time do do Corinthians ainda perdeu uma chance com Paulinho, de bicicleta, mas a bola raspou a trave para a sorte de Fernando Prass.

Foi um bom jogo, com alternâncias de placar e domínio, foi um verdadeiro derby paulistano, o maior do país.

Abraços.
Caio di Pacce.

Haja coração, mas o Verdão venceu

Hoje, numa noite extremamente chuvosa em São Paulo, o desacreditado Palmeiras estreou contra o fraco Sporting Cristal, time peruano. Gilson Kleina promoveu algumas estréias, como Weldinho, Marcelo Oliveira, Vilson, num time formado em um 4-5-1, formado por: F. Prass, Weldinho, Henrique, M. Ramos e Marcelo Oliveira. Vilson e Márcio Araújo, uma linha de três meias com Souza, Patrick Vieira e Wesley e Vinícius isolado na frente.

Uma postura cautelosa para enfrentar um time fraco em casa, que não quis atacar, mas o time, mesmo com muitos erros de passe e erros de posicionamento, conseguiu dominar o primeiro tempo, principalmente em chutes de fora da área ,mas foi na bola parada, que mais uma vez Henrique marcou para o Verdão: 1×0.

No segundo tempo, o time entrou meio desligado, e na primeira investida do time visitante, M. Oliveira cometeu uma penalidade boba e os peruanos igualaram o marcador, o lateral esquerdo estreou bem, apesar disso, apoiou bem e foi seguro em muitos lances atrás.

Com o placar igual, Kleina promoveu a entrada de Caio Mancha, atacante no lugar de Márcio Araújo e inverteu Vilson de volante como zagueiro, alterando com Henrique, boa opção, pois o camisa 3 tem boa qualidade do passe. Nisso, o time voltou a dominar o meio campo e o jogo. Em uma investida de Marcelo Oliveira, Vinicius fez o pivô e Patrick Vieira definiu o placar: 2×1.

Weldinho foi o estreante com menos inspiração, mas não complicou, apoiou pouco e não comprometeu. Ronny entrou e também foi bem, deu um calor para os zagueiros adversários.

O Palmeiras fez o que precisava, venceu, deu um animada e acalmada na torcida. Mas ainda há muito o que melhorar, o time ainda está abaixo do nível dos demais times brasileiros da Libertadores, mas não fez feio. Quero ver o que será no clássico.

Abraços.
Caio di Pacce.

Contratações Já!

O Palmeiras deu mais um vexame, ontem perdeu por 3×2 contra o Penapolense, clube estreante na série A do Paulista.

O time mostrou como precisa de reforços. Teve o desfalque de dois jogadores, Souza, volante/meia, e o lateral esquerdo Juninho. Com isso, Gilson Kleina teve que promover João Denoni e improvisar o velho Wendel na esquerda.

Com isso o time jogou penso e fraco na marcação. Deu espaço para os meias e deixou a zaga exposta, resultado: 3 gols sofridos.

No ataque, Maikon Leite mostrou o porquê de oscilar entre a titularidade o banco de Luan, cansou de perder gols feitos, e perder a bola na transição. Valdívia ainda está fora de forma, mas deu mais inteligência ao meio-campo.

O time precisa de reforços: pelo menos 1 zagueiro, 1 lateral esquerdo, 1 volante de marcacao, 1 meia e um atacante de velocidade.

Brunoro, contamos com você.

Abraços.
Caio Di Pacce

Palmeiras = Libertadores + Série B

A vida do torcedor palmeirense variou demai no ano de 2012, após um primeiro semestre perfeito, celebrado desde a festa para São Marcos até com o bi-campeonato da Copa do Brasil, após partidas excepcionais, principalmente, contra Grêmio e Coritiba. Felipão voltou a sorrir, a torcida fez uma festa linda nas ruas de São Paulo, voltamos a celebrar como há tempos não fazíamos.

Mas, veio o segundo semestre. Para que o time vencesse a Copa do Brasil, abrimos mão do Brasileirão. Abrimos mão demais, o time conquistou 27 pontos em 29 rodadas, menos de 1 ponto por rodada em média. E, depois da derrota em Araraquara contra o Coritiba, o caixão foi enterrado. Sim, sim, ainda tem mais rodadas, mas o time está todo desfalcado e sentido.

Só o Palmeiras é capaz de dar tanta alegria e tristeza para o seu torcedor em tão pouco tempo. Eu vou lembrar de 2012 como o ano da despedida de São Marcos, e vou lembrar daquele 12/07 onde celebrei, gritei, chorei, cantei. Daquele dia que saí da Pompéia com os amigos, cantando no carro e fui para a Paulista celebrar a taça conquistada.

Que venha a Libertadores e a série B. Amarei meu clube do mesmo jeito, em ambas as competições.

Abraços.
Caio di Pacce.

Kleina, agora é com você.

O Palmeiras acaba de anunciar a contratação de Gilson Kleina, ex-treinador da Ponte Preta para assumir a vaga deixada por Luís Felipe Scolari. Meta difícil, corajosa e complicada ele assumiu. Substituir o tão amado e carismático treinador de Caxias não é para qualquer um.

Mas Kleina é um excelente nome, é o mais promissor dentre os treinadores da série A, junto com Jorginho ele está como uma excelente aposta. O curitibano de 44 anos começou sua carreira como assistente de Abel Braga, no Coritiba, Olimpique de Marseille, Atlético-MG e Botafogo, depois rodou por alguns clubes menores até chegar a Ponte Preta.

Ele ficou conhecido no cenário nacional, quando recusou a proposta de assumir o cargo no Fluminense até o Abel conseguir a liberação dos Árabes no ano passado, preferiu ficar na Ponte Preta, clube que defendia até o dia de hoje. Fez um excelente campeonato Paulista pela Ponte, eliminando o Corinthians em pleno Pacaembú, último jogo de Júlio Cesar como titular do alvi-negro paulista.

Nesse jogo, ele foi sagaz, armou o time muito bem, preparou as suas armas para contra-atacar e foi excelente, e quando tomou um gol que poderia complicá-lo, se sacrificou, invadiu o gramado, fez um “barraco” e esfriou o jogo por 10 minutos. Aqueles minutos foram cruciais para a classificação da Macaca para as semi-finais.

Agora sua missão é mais complicada, mas ele foi corajoso em aceitar a proposta, encarou esse desafio como uma oportunidade de estar dentre os melhores treinadores do País. Palmeiras acertou nessa aposta.

Kleina, boa sorte e bora trabalhar!

Abraços.
Caio di Pacce.