E o Santos foi Tri!

VAMOS SER TRI SANTOSSS!

Ontem o Estádio do Pacaembu foi palco da segunda mão da final da Taça Libertadores da América. Santos contra o Peñarol. O Brasil parou para ver esse embate que proporcionou muitas emoções.

O time do Santos, todos sabiam,era muito superior ao time uruguaio,  que era aguerrido, peleador e tinha um coração gigante, que conseguiu igualar a partida de ida em Montevidéu, junto a uma torcida incrivelmente apaixonada.

Porém em São Paulo o jogo foi outro. O primeiro tempo foi feio, muito nervoso, com poucas chances. A torcida santista estava apreensiva, pois a superioridade do time da baixada não estava aparecendo em  campo.

Mas no primeiro minuto do segundo tempo Neymar mostrou mais uma vez que é decisivo, e abriu o placar. Daí em diante o jogo estava na mão do Santos. O time uruguaio até que tentou, mesmo quando Danilo ampliou o placar, o time aurinegro não parava de lutar, tanto que conseguiu diminuir com um gol contra de Durval.

O Santos levantou a taça mais uma vez, após 48 anos, e igualou-se ao São Paulo com três títulos da Copa mais importante da América. O time da baixada foi campeão com muitos méritos e Muricy Ramalho entrou de vez no panteão dos treinadores mais gloriosos do país.

Parabéns Santos!
E que venha o Barcelona! O embate entre Messi x Neymar vai sair!

Abraços.
Caio di Pacce

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O Fluminense é Campeão Brasileiro

É CAMPEÃO!

Mais uma vez o time de Muricy Ramalho levanta a taça do Brasileirão. Dessa vez foi outro tricolor, o tricolor carioca, das laranjeiras. O Fluminense venceu o Guarani por 1×0, com gol de Emerson e nem precisou ver os resultados de Corinthians e Cruzeiro.

Foi a vitória do trabalho, Muricy Ramalho negou o sonho da seleçao brasileira para cumprir o contrato com o Fluminense. O tricolor carioca foi o itme que mais liderou o campeonato, o mais consante, que mesmo sofrendo com desfalques, soube administrar as vantagens e controlar a pressão.

Parabéns Fluminense, que esse bi-campeonato Brasileiro foi deveras merecido.

Parabéns Muricy, que deu a volta por cima na derrocada palmeirense de 2009.

Abraços.
Caio di Pacce.

Sobre a presunção

O São Paulo sempre foi tido como um exemplo de administração. O clube sempre se gabou de não precisar de parceiros para tocar o futebol, pois essa história de co-gestão não funciona no Morumbi. É consenso, inclusive em boa parte da imprensa, que o Tricolor é o clube brasileiro que melhor se adequou ao monstrengo chamado de Lei Pelé. Afinal, ninguém ganhou mais dinheiro transacionando jogadores do que o São Paulo (mesmo que, para isso, tenha o pessimo hábito de aliciar garotos da base de outros clubes). Enquanto os outros, pobres co-irmãos, têm em seus quadros os conselheiros, o presunçoso representante da nobreza paulistana também os tem, mas sob a pomposa alcunha de cardeais.

– Hmm, essa gentinha sem Libertadores…

Os são-paulinos são diferentes em tudo. Desdenham das fases iniciais dos campeonatos porque, para eles, o filet-mignón, a decisão, é o que interessa. É aí que batem no peito e lotam o Morumbi, “o maior estádio particular do mundo”, segundo eles. Outro “diferencial” tricolor é a apresentação dos uniformes: times comuns as fazem ou na própria sede social ou em alguma grande loja de artigos esportivos. O São Paulo não! Seus concorridos eventos são realizados na Oscar Freire. É mais fashion, né?

Essa conversa de que o São Paulo Futebol Clube está um passo além da concorrência até que era, de certa forma, verdade. Desde que a fórmula de disputa do Brasileirão mudou para os pontos corridos, quem melhor se houve foi o Tricolor. Este tipo de campeonato premia o time que for mais regular durante a disputa e, para tal, é necessário que haja planejamento, e o planejamento deve andar de mãos dadas com uma estrutura bem sólida, coisa que ele, o São Paulo, tem. Outro consenso é que o clube contrata com competência ímpar graças à excelente comissão técnica, que, aliás, é fixa. Um luxo no oásis de desorganização chamado futebol brasileiro.

A grandeza de um clube é forjada através dos tempos. Como no Brasil o campeonato nacional é recente, se comparado a outros países, muito da história dos grandes clubes foi feita com os campeonatos estaduais. Com o advento do Campeonato Brasileiro, entretanto, já não bastava ser o melhor da sua rua. Tem que ser o melhor do bairro. Depois que competições internacionais como a Libertadores e o Mundial ganharam a projeção que tem, ser o melhor do país já não é tão importante assim. Deve-se ganhar o mundo. Outra coisa que não isso parece não ter importância.

Eis o maior problema do São Paulo Futebol Clube. Depois que conquistaram a América – e o mundo -, os outros campeonatos não passaram a valer menos do que nada. Em quase quarenta anos de disputa do Campeonato Brasileiro, o São Paulo é o único time a vencê-lo por três anos seguidos, sempre sob o comando de Muricy Ramalho. Como o treinador cometeu o pecado de não ganhar a Libertadores, foi enxotado do Morumbi. Não por coincidência, ninguém mais conseguiu emplacar um bom trabalho no clube.

Há pouco tempo atrás, Rogério, o goleiro-craque-capitão-bandeira (sem ironia), disse que não conseguia imaginar o São Paulo fora da maior competição sulamericana. Um bom tempo depois foi a vez do boquirroto Carlos Augusto Barros e Silva dizer que a Copa do Brasil não está à altura do clube. Juvenal Juvêncio, o presidente, não é dos mais humildes. Eis que o São Paulo perdeu a mão não só nas contratações, mas no planejamento. Sob a ilusão de ser o sonho de todo jogador, sujeitou-se a virar reformatório de jogadores problemáticos, como Carlos Alberto e, principalmente, Adriano.

Pelo visto, depois de seis anos consecutivos disputando a Libertadores, o time do Jardim Leonor terá que se contentar em juntar-se aos pobres e jogar a Copa do Brasil. Para tanto, terá que voltar a ser humilde, como nos tempos em que era treinado por um homem que, ao contrário dos que estão no comando do clube, sabia detectar limitações. Afinal de contas, não é só no dicionário que a arrogância aparece antes do fracasso.

Soberano.

O São Paulo Futebol Clube perdeu hoje para o Internacional em casa, um jogo fraco de seu meio campo e uma bela exibição colorada, mas o post de hoje é sobre o filme Soberano.

O time do Morumbi lança nessa sexta-feira o filme Soberano, que fala dos seis títulos do Campeonato Brasileiro conquistados pelo tricolos. Com direção de Carlos Nader, roteiro de Maurício Arruda e canções originais de Nando Reis.

O filme mostra relatos de torcedores, jogadores, comandantes, que tiveram participações importantes para as conquistas. Eu destaco Muricy Ramalho, que fez levantou o caneco quatro vezes, uma como jogador e 3 como treinador, de maneira seguida. E Rogério Ceni, goleiro artilheiro e capitão metade das vezes.

Veja o trailer do filme:

Entre no site oficial do filme: http://www.filmesoberano.com.br

Abraços.
Caio di Pacce

Fluminense cada vez mais líder.

Mais uma vez o Campeonato Brasileiro é liderado por Muricy Ramalho, mais uma vez o time de Muricy vai se destacando dos demais times. A distância agora é quatro pontos.

Quatro pontos ainda não é muita coisa, isso é verdade, ainda há muita bola pra rolar nessa competição, porém o tricolor carioca vem demonstrando uma regularidade, e uma montagem de um elenco fortíssimo. Deco ainda não estreou, o time ainda terá a volta de Carlinhos, Belleti e Fred. O time tem tudo para melhorar ainda mais.

O grande rival do Fluminense é o centenário Corinthians, que perdeu para o bom time do Avaí na ressacada. O time da Marginal Tietê sente muito a falta de um camisa 9. E vê Ronaldo cada vez mais distante dos gramados.

O outro grande elenco do futebol brasileiro é o do Internacional, que está deveras envolvido com a final da Libertadores, e que terá sua cabeça voltada para o Mundial Interclubes no final do ano em Abu Dabi.

Logo, esse brasileirão está cada vez mais tricolor.

Abraços.
Caio di Pacce.

FOTO: Lancenet!

Despedida Corinthiana de Mano Menezes

Após um revira-volta no caso Muricy Ramalho na seleção brasileira, já que o Presidente do Fluminense não quis liberá-lo, e a CBF não quis pagar a multa, Mano Menezes foi definido como treinador do Brasil. E fez sua despedida no domingo contra o Guarani.

E que despedida, tipicamente Corinthiana. O time verde era mais fraco, e o Corinthians jogava por Mano Menezes. Logo no início da partida, Jorge Henrique abriu o placar. Festa no Pacaembu, parecia dia de goleada.

Mas no Corinthians nada é fácil assim. O time foi se acomodando e dando espaço para o Guarani, e em uma dessas investidas fortuitas, Mazola igualou o placar. Minutos depois, Dentinho, uma das descobertas de Mano, foi expulso.

Despedida com derrota? Bruno César não quis. E fez dois gols, garantindo a liderança para o Corinthians e uma bela despedida para o Mano Menezes, que deu volta olímpica, se emocionou no gramado.

Parabéns Mano Menezes você merece essa oportunidade.

Abraço.
Caio di Pacce.

Foto: Lancenet!

Muricy na Seleção: Retranca com Pedigree

Muricy Ramalho é o novo técnico da seleção brasileira. O que devemos pensar disso?

Acredito que a palavra certa para esse momento seja: continuidade. O futebol canarinho não vai ganhar um banho de loja que todos esperavam. Pelo contrário, vai continuar carrancudo. Só que dessa vez com pedigree.

Ricardo Teixeira foi parcialmente coerente. Muricy sempre foi conhecido por abraçar projetos e levá-los até o fim. Até o fim vitorioso, diga-se de passagem. No entanto, ele não representa a renovação que todos esperavam. Nesse quesito, Mano Menezes calçaria melhor esses sapatos.

A carreira de Muricy é consistente. Foi campeão brasileiro pelo Inter em 2005 e depois comandou a dinastia são-paulina até 2009. Passou pelo confuso Palmeiras (que continua confuso) e chegou ao Fluminense. Deixou o escrete carioca na liderança e ruma agora para a Comary.

Nos próximos dias, teremos convocação. Nesse sentido, não teremos muitas surpresas. Certamente o time base terá muitos pilares do vitorioso São Paulo F.C. de 2007. Hernanes finalmente terá oportunidades. No entanto, algumas rebarbas de Dunga poderão sobrar, como Josué, Grafite e Luís Fabiano.

Aliás, acredito que Hernanes será o escolhido da nova era Muricy. Assim como Leomar foi para Leão e Felipe Melo para o Dunga. Sorte nossa que o meia são-paulino joga muito mais que esses outros dois.

De maneira geral, a CBF resolveu escolher um cara que aguente o tranco. A pressão vai ser descomunal e a imprensa vai pesar como nunca antes. Dunga não soube lidar com isso. E Muricy…bom, seus antecedentes falam por si só.