A Procissão e o Ajax

#DeusVesteA12

Ontem fui à Procissão de São Marcos, acompanhado de meu grande amigo Lucas Amaral. Sabia que esse dia 14/01/2012 seria um sábado especial na história do Palmeiras, e eu tinha que fazer parte disso. Marcos é muito mais do que um goleiro. É um símbolo da história do Palmeiras, e do futebol brasileiro.

Atrás do trio, a torcida cantava hinos do Palmeiras, referenciava Marcos com o título de maior goleiro do Brasil, o que não é nada injusto, tinha criança, senhores, bebês, senhores, senhoras, pessoas de cadeira de rodas, membros das diferentes torcidas organizadas do Palmeiras, todos unidos, uníssonos em nome do Santo Palestrino. Foi uma festa, uma comemoração intrínsica do Palmeiras, era uma festa pura, de amor/paixão ao goleiro e ídolo da torcida.

Eu até saí no Uol/Folha.com! hehe!

Mais de 5.000 pessoas envolvidas, e eu estava lá, cantei, gritei, pulei e rezei a oração de São Marcos, ajoelhado com os dedos apontados para o céu. Caminhamos da Turiassú até a Praça Charles Miller, cerca de 3Km. As pessoas nos prédios e nas lojas vibrando também fizeram parte dessa caminhada.

Essa festa expressou um sentimento puro e raro no futebol de hoje. Ninguém falou de diretoria, de Marketing de torcida organizada, foi festa para o Marcos e para o Palmeiras.

Depois da Procissão fui ao jogo Palmeiras x Ajax, ao lado do copeiro Flaco Marques, além de outros amigos, vimos uma partida corrida, brigada, sem muito brilho técnico, o Ajax cansou no segundo tempo e o Palmeiras errava passes demais.

Debaixo do Bandeirão!

O Palestra venceu o time Holandês, com um gol aos 49 do segundo tempo de Pedro Carmona, após vaias da torcida para a diretoria. Mas a vitória foi em homenagem ao goleiro, que estava nas tribunas.

Abraços.
Caio di Pacce.

Para sempre Marcão

Melhor jogador da Libertadores 1999

Melhor jogador da Libertadores 1999

Tristeza e alegria, talvez sejam essas as palavras que possam definir o sentimento não só dos torcedores palmeirenses, mas sim da nação brasileira que ama o futebol independentemente do clube que torce.

No dia 4, o agora ex-jogador de futebol, Marcos, anunciou sua aposentadoria aos 38 anos. O “Santo”, ao longo de suas entrevistas dando indícios de sua aposentadoria, resolveu mesmo pendurar as chuteiras, motivo: as famosas dores musculares.

Marcos chegou a Sociedade Esportiva Palmeiras em 92, sendo o único clube pelo qual jogou. O então goleiro passou de reserva para titular na Copa Libertadores de 99 (ano do mesmo título) depois do grande Velloso se contundir.

A partir desse ano, nunca mais voltou para o banco de reservas. Foram 530 jogos com muitas emoções, sempre com atuações brilhantes e defesas milagrosas onde apenas um santo conseguiria defender. Esse era Marcos.

Em 2002, aconteceu uma das grandes glórias na sua carreira: titular e campeão do mundo com a seleção brasileira. Se no Palmeiras ele já era ídolo, nascia ali mais um ídolo para o Brasil.

No mesmo ano, veio a prova de que Marcos nunca largaria o Palmeiras: após o término da Copa do Mundo, o time alvi-verde foi rebaixado para a série B do Campeonato Brasileiro, e se alguém achou que ele iria para o Arsenal-ING se enganou, o mesmo disse não e ajudou o time a subir para a elite no ano seguinte.

Carismático, brincalhão e sincero, “São Marcos” conquistou os corações dos rivais. Qual corintiano consegue falar mal desse cara? Mesmo ele defendendo aquele pênalti do Marcelinho Carioca nas semifinais de 2000, na Copa Libertadores. Que são-paulino, santista, flamenguista, vascaíno entre tantos torcedores de diferentes times conseguem falar mal do agora ex-goleiro? Sinceramente, nunca ouvi.

Este estudante de jornalismo que aqui vos escreve teve a oportunidade de vê-lo jogar tanto pela TV como no estádio, e com minhas sinceras palavras foi uma alegria enorme poder ver o maior ídolo do Palmeiras fazer suas brilhantes defesas.

Obrigado, Marcão, por tudo que você fez não só para os palmeirenses, mas pelo Brasil.

Adeus ao Deus.

Nunca escondi de ninguém minha idolatria a Marcos Roberto Silveira Reis, o eterno goleiro do Palmerias de 38 anos de idade, que anunciou sua aposentadoria pela tarde de ontem.

Jogador de um clube só. Coisa rara nos tempos de hoje, 20 anos dedicados a uma mesma instituição, a uma mesma torcida, a uma mesma paixão. Marcos era muito mais do que goleiro salvador, milagreiro, ele era torcedor em campo. Vibrava com as vitórias e chorava com as derrotas. Ele era uma extenção do sentimento do verdadeiro torcedor palmeirense dentro dos gramados.

Ver ele debaixo da trave, mesmo quando o time ia mal, era algo reconfortante, saber de tudo o que ele fez com a camisa do Palmeiras, das defesas mais impossíveis, dos penaltis defendidos, das saídas em encanteios, dos gritos com a defesa. O torcedor sabia que havia alguém lá embaixo jogando por ele, não pelo salário ou pela mídia, mas pelo Palmeiras.

A melhor exibição de um goleiro que eu já vi foi dele. O jogo foi Palmeiras x Corinthians na Libertadores de 1999, na primeira partida, eles fez todo o tipo de defesa, de cabeça, de perto, de rebote, de fora da área, por cobertura, ele até contou com a sorte, quando a bola bateu na trave, nas costas dele e saiu. Aquele jogo eu jamais vou esquecer. Ver aquele time do Palmeiras ser massacrado em campo, ter 2 oportunidades, fazer 2 gols e sair com 2×0 no placar, me ensinou muito o verdadeiro sentido do Futebol.

Melhor jogador da Libertadores 1999

Melhor jogador da Libertadores 1999

Marcos venceu jogos pelo Palmeiras, fez apenas 1 gol, nas cobranças de penaltis contra o Inter de Limeira no Paulista de 2001, mas venceu vários jogos pelo clube alvi-verde. Na Libertadores, nos clássicos, ele se superava. Nunca esquecerei Palmeiras x Sport-PE em 2009, jogo que ele fechou o gol e pegou 3 penaltis, dando a classificação ao Palestra.

Foi um privilégio ter visto Marcos jogar, ter visto ele em campo. Todo jogo do Palmeiras, quando ele entrava nos gramados, eu parecia um garoto: – Olha lá! É o Marcão!!! Durante o aquecimento não tirava o olho da meta, via ele aquecendo, agradecendo a torcida, etc. Sei que não mais verei outro jogador como ele. Foi, na minha humilde opinião, o maior goleiro que o Brasil já teve. E o maior ídolo que uma torcida pode ter.

Obrigado Marcos, por tudo.
Esperamos que o futebol faça outros craques com o caráter como o seu.

Deus veste a 12.

Abraços.
Caio di Pacce.

A diferença de Santos e seres mortais

Marcos mais uma vez mostrou o por quê de ser Marcos, o Santo do Palestra Itália. Deu uma aula de honra e respeito a seu adversário. Ele disse não, quando todos os homens normais lá presentes queriam o sim:

O Palmeiras ganhava o jogo por 4×0 contra o Avaí, em uma jogaad rápida Lincoln foi derrubado e sofreu o pênalti. O Canindé veio abaixo, gritaram o nome do Santo, os jogadores do Palmeiras mandaram ele bater, ele hesitou, caminhou um pouco, mas voltou a sua área. Concordou com Felipão e fez o sinal negativo. Kléber bateu e fez o 5o gol palmeirense.

Eu, como palmeirense, queria vê-lo batendo a penalidade, mas o Santo me deu mais uma aula de futebol. Na coletiva ele disse: “Não sou eu que bato quando o jogo está 0x0, não baterei quando o jogo estiver 4×0.” Ele quis poupar o goleiro adversário dessa humilhação.

Quando comparado à Rogério Ceni, ele retrucou, “RC é o batedor oficial do São Paulo, tem qualidade para tanto, no Palmeiras quem bate é o Kléber, Assunção e Lincoln, nessa ordem.”

Honra não se fabrica, ou se têm, ou nasce sem. Marcos, Parabéns mais uma vez.

Abraços.
Caio di Pacce.

Mais uma vitória alvi-verde.

O time verde, o patinho feio do G4 Paulista, venceu mais uma. Agora do até então invicto Paulista de Jundiaí. O jogo marcava a volta de Marcos, a estréia em sua última temporada como goleiro do Palmeiras. E que debute em 2011!

Um jogo fácil. Kléber sobrou em campo, voltou a mostrar aquele futebol que o consagrou com a camisa dos Palestras de São Paulo e Minas Gerais. Sofreu a falta (polêmica) para cobrança de Marcos Assunção, jogada mais repetida de 2010. Minutos mais tarde, em um contra ataque, Luan rolou para Rivaldo que rolou para o Gladiador ampliar, com um belo chute.

O segundo tempo começou com o time verde devagar, tomando algumas bolas perigosas do galo de Jundiaí. Marcos estava lá, mesmo sendo pouco acionado, aparecia.

Para melhorar o time, Felipão trocou Dinei por Patrick, o garoto entrou e arrumou o meio campo, que agora trocava passes, invertia jogadas, Luan, mais uma vez, inverteu a bola, Cicinho encontrou Patrick, que girou bem e finalizou ainda melhor: 3×0 Verdão, fora o baile! (Exclamação! haha)

Mas a noite só não foi perfeita, pois o regular zagueiro Maurício Ramos tentou cortar uma cabeceada do ataque de Jundiaí, mas colocou pra dentro. Um bom placar, 3×1, agora o Palmeiras divide a liderança com o poderoso Santos de Elano, Neymar e Ganso com 10 pontos e possui a melhor defesa do Paulistão.

Felipão está encontrando uma maneira de jogo para o Palmeiras, ainda que batendo em Sparrings, o time está demonstrando um futebol que não apareceu no ano passado.

Abraços.
Caio di Pacce.

Foto: GazetaEsportiva.net

A mística de Felipão. Palmeiras classificado.

Que jogaço no Estádio do Pacaembu! O Palmeiras recebeu o Vitória em jogo válido pela Taça Sulamericana precisando vencer por mais de 2 gols de diferença. O jogo também marcou a 500a partida de Marcos com a camisa alvi-verde. A torcida se fez presente, empurrou, cantou, gritou: Palmeiras 3×0 e a mística de Luiz Felipe Scolari está de volta.

O time do Palmeiras começou o jogo confuso, nervoso, mas aplicado e com muita vontade. Tadeu estava sendo xingado, mostrava insegurança. Porém o Vitória ajudou, errou a saída de bola e o atacante palmeirense abriu o placar. A classificação começou a se tornar factível.

No começo do segundo tempo, o goleiro colombiano Viafara, em um momento de Higuita, fez uma lambança homérica, entregou a bola para o bom zagueiro Fabrício, que jogou a bola para área. Tadeu completou: 2×0 e o jogo iria para os penaltis.

O casamento entre o Palmeiras e Scolari nos anos 90 foi banhado de jogos emocionantes, vitórias suadas, viradas históricas, gols nos últimos minutos. E hoje não fora diferente. Aos 44 minutos uma falta perigosa para Marcos Assunção cobrar.

A cobrança foi mais do que perfeita, ao melhor estilo Zico, Neto entre outros, na gaveta. Palmeiras 3×0 e a classificação garantida.

O jogo de hoje renovou as energias do clube, com o elenco reforçado com Valdívia, Kléber, Lincoln, grandes times eliminados como Santos e Grêmio da Sulamericana. O segundo semestre pode gerar alguns frutos alvi-verdes.

Abraços.
Caio di Pacce.

Foto: Globoesporte

Marcos: 500 jogos

Na noite de amanhã, o maior goleiro que vi jogar alcançará mais uma marca histórica. Pode ser que seja a última vez que nós, apaixonados pelo futebol, veremos algo dessa grandeza e dessa dimensão. Talvez um último suspiro do romantismo do esporte, um raro lampejo de comprometimento com uma história, mais do que um projeto. Um compromisso com pessoas e com a paixão que elas movem.

Marcos completará 500 jogos com a camisa da Sociedade Esportiva Palmeiras. Com isso, se torna o sétimo atleta que mais atuou pelo time. Como goleiro, fica atrás somente de Leão, que tem 617 jogos.

A partida em si não poderia ser mais emblemática. Contra o Esporte Clube Vitória, histórica pedra no sapato do escrete palestrino. A situação também não poderia ser outra: o Palmeiras precisa derrotar o time baiano para seguir vivo na competição sul-americana. Todos os ingredientes que o Santo precisa para operar seus milagres.

Para mim, Marcos é o exemplo de que o futebol pode ser bem jogado se for jogado com o coração. Exsitem milhares de excelentes jogadores que não hesitam em beijar a camisa e declarar amor para diferentes clubes. Marcos é a prova de que existe caráter, compromisso e profissionalismo independente de cifras milhonárias.

Fiz uma promessa de que não iria aos jogos do Palmeiras nesse ano, devido ao fiasco do Campeonato Brasileiro de 2009. No entanto, acho que hoje vou abrir uma exceção. Pois essa história, não verei mais no nosso esporte.

(Foto: Chuteira que São Marcos usará no confronto de hoje a noite)

Asa Verde no Choque-Rei

Em uma noite chuvosa típica paulistana, o virtual campeão da América venceu o desabrigado alviverde pelo placar mínimo. Essa vitória do São Paulo é a primeira em clássicos no ano de 2010.

O Palmeiras entrou com medo de perder. No jargão do futebol, isso é imperdoável: o medo de perder, tira a vontade de vencer. E foi mais ou menos isso que ocorreu. O técnico Parraga recheou o time de volantes e se não fosse a boa atuação de Lincoln no meio, o Palestra não conseguiria nem sequer flertar com as redes tricolores.

Por outro lado, o São Paulo entrou embalado e confiante. A mística dessa fase inicial de Fernandão no time se confirmou. O camisa 15 era a peça que faltava no quebra-cabeça Dagoberto, Hernanes e Marlos.  O quarteto dominou por completo o primeiro tempo, fazendo Marcos exercitar solitário sua santidade. Até os 25 minutos de jogo, o tricolor havia criado pelo menos cinco boas chances de gol.

A partir daí a bruxa resolveu visitar o Morumbi. Cleiton Xavier sentiu a antiga lesão no joelho e pediu para ser substítuido. Pouco depois, Marlos pelo São Paulo se contundiu sozinho. No seu lugar entrou a promessa Fernandinho. E isso mudaria o jogo.

Logo no começo do segundo tempo, o atacante recebeu passe de Richarlysson pela esquerda. Passou pelo recém-chegado Maurício Ramos e cruzou na área. No estilo mais copeiro, de carrinho, Fernandão entroniza a mais recente dupla sertaneja dos gramados brasileiros. São Paulo um a zero.

De certa maneira, até o mais fervoroso palestrino já se conformaria com esse resultado. No entanto, o certame ganhou tons dramáticos aos 43 minutos. Dos pés do bom Lincoln, Ivo recebe na área e é derrubado pelo ainda vacilante Cicinho. O juiz aponta a marca da cal.

Mas quem cobraria? Robert não está mais. Diego Souza não quer mais estar. Cleiton se contundiu. Então, em raro heroísmo, Ewerthon pega a bola e se prepara para a cobrança. O que se seguiu é mais um traslado da péssima fase do alviverde palestrino. O atacante ex-corintiano coloca fraco e a meia altura. Um desrespeito ao torcedor. Um desrespeito a excelência de Rogério Ceni, que levou a torcida ao delírio com a defesa.

Logo depois do recuo de Ewerthon para Ceni, uma bomba caseira explodiu na torcida palmeirense. Os ânimos foram amainados pelo político dirigente Marco Aurélio Cunha. Por fim, nem os esforços apaixonados de São Marcos na busca da cabeçada sagrada foram suficientes. O Palmeiras voltaria para a Pompéia derrotado.

O bom jogo tricolor foi ofuscado pela péssima atuação e fase do Palmeiras. O time palestrino não vê a hora da Copa começar para que os holofotes se apaguem. E quem sabe a asa negra resolva debandar para outros lados.

Foto: Uol Esporte

Deus não faz milagres sozinho

O Palmeiras foi eliminado por mais uma surpresa na Copa do Brasil, historicamente o clube tem esse tipo de eliminação, já foi Ipatinga, Santo André, Asa de Arapiraca, dessa vez pelo Atlético Goianiense.  

O time do Parque Antártica começou melhor o jogo, pressionou bastante no primeiro tempo, perdeu grandes e boas chances de matar a partida, principalmente com Robert. Porém o time alvi-verde mostrava-se em campo um time sem vibração, sem tesão de jogar, sem gana de vencer.

Já o segundo tempo foi o inverso, o time da casa pressionou muito o Palestra, principalmente após a expulsão do volante Pierre. E como diz o ditado, a água bateu tanto que acabou furando, o Atlético abriu o placar e levou os jogos para as penalidades.

Marcos é famoso por defender penaltis, por crescer nesse tipo de decisão. E ele cresceu mais uma vez. Mas uma andorinha só não faz verão, e Deus não faz milagres sozinho, o Palmeiras teve a capacidade de perder 4 penalidades e ser eliminado.

Parabéns ao goleiro artilheiro Márcio do Atlético, e ao próprio Atlético-GO.

FOTO: Lancenet!

Abraços.
Caio di Pacce.

Enfim vitória.

O Palmeiras veio ao Palestra pressionado,  sem vencer mais de um mês, sua última vitória foi contra o Santos na Vila Belmira. E a missão do time de Pq. Antártica não era fácil, tinha que bater o embalado Atlético Paranaense, para encaminhar sua classificação para as quartas-de-final da Copa do Brasil.

E o time vinha desfalcado, principalmente do camisa 10, o Cleiton Xavier, por isso Antônio Carlos improvisou, avançou Diego Souza (coisa que ele disse que não faria), puxou Marcio Araújo para a lateral direita e colocou Figueroa na meia, na re-estréia do chileno após aos terremotos em sua terra natal.

Eu mesmo achei que o treinador iria cavar sua cova com essas mudanças, mas felizmente me enganei. O time ganhou muita qualidade de passe pela direita, soube criar os espaços no campo de ataque e em um belo passe de Edinho, Robert abriu o placar em um chute forte rasteiro.

O camisa 20, artilheiro do Palmeiras agora com 14 gols, fez boa partida, além de abrir o placar, conseguiu causar alguns problemas para a zaga paranaense, principalmente em jogadas aéreas.  Após o gol, o Atlético começou a atacar e também na bola alta, alçadas pelo veterano Paulo Baier, conseguiu gerar perigo, mas faltou eficiência.

Na segunda etapa o clube palestrino administrou a vantagem e o Atlético não conseguiu gerar muitos perigos, só uma cabeçada para uma boa defesa de Marcos, qu estava de volta ao time titular. Paulo Baier ainda fez uma falta feia em Pierre e levou o vermelho.

Foi um bom jogo, o Palmeiras jogou bem, conseguiu ser compacto, principalmente na defesa. Ainda faltou mais criatividade no ataque, porém o time melhorou bastante. Agora a vantagem para o Palmeiras é boa, mas jogar na Arena é bem complicado.

Abraços.
Caio di Pacce.

Foto: LANCENET!