Copeiros Vlog 15.2015 -Palmeiras 2(6) x 2(5) Corinthians – TAMO NA FINAL!!

Este vídeo é o Copeiros Vlog – 15.2015 – Hoje comento a vitória por Palmeiras 2(6) x 2(5) Corinthians, a classificação histórica do Palmeiras na Arena Epson! TAMO NA FINAL!!!!!.

Abraços.
Caio Di Pacce

Copeiros Vlog – 08.2015 – Palmeiras 1 x 0 Bragantino

Este vídeo é o Copeiros Vlog – 08.2015 – Nele eu comento a goleada do Palmeiras por 4 x 1 sobre o Vitória da Conquista-BA pela Copa do Brasil e a vitória por 1 x 0 contra o Bragantino.

Abraços,
Caio Di Pacce

Copeiros Vlog – 04.2015 – Palmeiras 3 x 0 Rio Claro

Abraços.
Caio Di Pacce

Copeiros Vlog 03.2015 – Palmeiras 0 x 1 Corinthians

Abraços.
Caio Di Pacce

Copeiros – Palmeiras 0 x 1 Ponte Preta (05.02.2015)

Fui ao Palestra Itália ver a derrota do Palmeiras contra a Ponte Preta por 0×1, comentei o jogo e dei a minha opinião. Confiram!

Abraços.
Caio Di Pacce

Copeiros – Palmeiras 3 x 1 Audax

Fui ao Palestra Itália com Lucas Amaral ver a vitória do Palmeiras contra o Audax por 3×1, comentamos o jogo e demos a nossa opinião. Confiram!

Abraços.
Caio Di Pacce

Um clássico de verdade.

Palmeiras e Corinthians, Corinthians e Palmeiras, esse é o maior clássico paulista. Hoje essas duas equipes se encontraram no Pacaembu, mando do time alvi-negro. A diferença de elenco e de situação extra-campo é imensa entre as duas equipes: O Corinthians é o atual campeão do mundo, e o Palmeiras jogará a próxima série B do Brasileiro. O primeiro fez contratações cirúrgicas e recheou ainda mais o elenco mais completo do Brasil. O segundo se desfez do seu principal jogador para conseguir completar um elenco.

Mas, clássico é clássico, tudo pode acontecer. E foi o que aconteceu. O Corinthians começou melhor, começou trabalhando a bola, e sem muita dificuldade chegava com perito à meta palestrina. Já o Palmeiras pensava em se defender e buscar os contra-ataques, que não apareciam. Até que aos 18 minutos, Emerson abriu o placar.

O Palmeiras teve que sair para o jogo, assim, conseguiu compactar suas três linhas e começou a dominar o meio-campo, e com isso controlou a segunda metade do primeiro tempo. Aos 29 minutos, a boa opção de volante, Vilson, subiu de cabeça e empatou o jogo. Com isso o psicológico do time campeão do mundo ficou um pouco abalado. O time palestrino começou a puxar contra-ataques, e teve chances de virar o jogo ainda no primeiro tempo, se o Wesley não quisesse decidir tudo sozinho, ele fez uma excelente partida, deu os passes para os gols palestrino, mas pecou em algumas jogadas, por falta de tocar mais a bola.

No segundo tempo, o Palmeiras continuou compactado, jogando bolas para a velocidadede alguns jogadores, como Patrick Vieira, em uma dessas,  Ralf fez falta, Wesley, de novo ele, colocou na área, Cássiu foi caçar borboleta e o menino Vinícius fez seu primeiro gol em clássico, o da virada palestrina.

Depois de estar perdendo, Tite fez o que precisava fazer, e mostrou como o elenco entre as equipes são díspares. Colocou, Romarinho, Pato e Renato Augusto. E o time alvi-negro voltou a dominar a partida. A movimentação do trio ofensivo do Corinthians (Emerson, Pato e Romarinho), enganava a zaga palestrina em vários momentos.

Em um escanteio palestrino, Emerson fez entrada criminosa, solando, e não foi expulso. O único erro da arbitragem, na sobra dessa falta, Cássio lançou Pato que fez um domínio de Ronaldo, segurou a zaga e rolou para Romarinho empatar aos 25 minutos. O time do do Corinthians ainda perdeu uma chance com Paulinho, de bicicleta, mas a bola raspou a trave para a sorte de Fernando Prass.

Foi um bom jogo, com alternâncias de placar e domínio, foi um verdadeiro derby paulistano, o maior do país.

Abraços.
Caio di Pacce.

Welcome back Ganso

Amigos e rivais em campo.

Amigos e rivais em campo.

Hoje o classico San-São na Vila Belmiro, o primeiro clássico paulista em 2013, marcou o retorno de Paulo Henrique Ganso aos torcedores santistas e a primeira vez que o camisa 8 tricolor enfrentou o alvi-negro da baixada.

E Ganso foi recebido da mesma maneira que fez seu último jogo na Vila Formosa, com xingamentos, palavrões, moedas. Foi xingado de traidor, bichado, entre outras coisas não merecedoras de serem escritas aqui. Porém, acho que a torcida tem a sua razão, um jogador que era ídolo, deve saber que não pode ficar forçando sua saída, ficar pedindo aumento na imprensa, não atuando com a mesma qualidade técnica. E ainda mais, sair pelas portas dos fundos para o rival.

Neymar e Ganso, durante a semana ficaram trocando elogios e carícias via imprensa, um papo chato pré-clássico, para aqueles que lembram de Paulo Nunes e Vampeta, nas semanas que antecediam qualquer Palmeiras x Corinthians, por exemplo. Mas os dois são muito amigos, fizeram até uma aposta, quem perdesse o clássico pagaria um jantar na cidade do time do outro.

No gramado, a diferença entre os dois foi gritante, enquanto Ganso foi facilmente marcado pelo bom volante René Júnior, Neymar foi mais uma vez essencial para a vitória santista por 3×1. Ele deu um passe improvisado para o primeiro gol de Miralles, sofreu e cobrou o penalti para o segundo tento e colocou a bola com perfeição para Miralles completar o placar.

Ganso ainda saiu bravo com os torcedores da baixada, mas ele tem que entender, respeitar a camisa do Santos, como qualquer outra camisa significa suar nos treinamentos e render em campo, não é ficar espalhando salário na imprensa e sair para o rival.

Parabéns Neymar e Santos, por uma vitória incrível, Ganso, boa sorte, que seu futebol volte a aparecer, mas entenda, que na Vila Belmiro você nunca será benquisto.

Att,
Caio.

Vamos ser Tri Santos!

E deu á lógica no Paulistão! O Morumbi foi palco de um show de futebol. Uma partida eletrizante entre Santos X Guarani, uma final em que aos 12 minutos do primeiro tempo, já havia saído 4 gols.

O Guarani, mesmo desfalcado de suas duas peças principais, deu trabalho ao melhor time do país. Neymar, Ganso, Elano e cia foram decisivos mais uma vez e o time da baixada levantou o caneco do Paulistão pela terceira vez seguida, algo inédito desde os anos 60,com o Santos do Pelé.

O Guarani jogou muita bola, em parte do jogo foi melhor na partida, mas para um time que precisava fazer três gols de diferença, para ir para os penaltis, o time campineiro perdeu chances demais, o Santos, quando chegou, aproveitou as oportunidades e fez 4 gols no jogo, fechando o campeonato com uma goleada por 4×2.

Neymar foi o artilheiro da competição e seu último gol foi uma pintura, o menino fez uma fila na intermediária, rolou para Juan, que deu um drible da vaca na entrada da área e rolou para trás, de volta para Neymar, que apenas concluiu com maestria.

Parabéns Santos, mais uma vez, cresceu quando precisava e mereceu mais essa taça, em pleno ano do Centenário.

Abraços.
Caio di Pacce.

Mortos abraçados.

Dançamos Tchê.

Dançamos Tchê.

Palmeiras e Corinthians jogaram contra Guarani e Ponte Preta nesse domingo, pelas quartas de final do Paulistão, disputas válidas em jogo único, quem vencesse levava a vaga para as semi-finais. Corinthians chegou como líder, enfretou o oitavo lugar em um Pacaembú abarrotado. O Palmeiras foi à Campinas, como 5o lugar, visitou o 4o lugar da primeira fase, o Guarani no Brinco de Ouro.

O embate entre os alvi-negros foi emocionante, a Ponte Preta fez um primeiro tempo brilhante, matou o time do Corinthians, e jogava nos contra-ataques, com a velocidade de Cicinho, Caio, maestrados por Renato Cajá. É verdade que contaram com uma ajuda do goleiro Júlio Cesar para abrirem o placar. Falta de William Magrão que o goleiro careca aceitou.

Em seguida o time da capital veio pra cima, mas era neutralizado, e na velocidade a Macaca era perigosa, em uma dessas investidas, Roger ampliou. Na segunda etapa, Tite veio com tudo, colocou Douglas, Alex e William, tirou Danilo, Jorge Henrique e o zagueiro Marquinhos.

A Ponte só se defendeu, com maestria, até que William furou o bloqueio. Aí Gilson Clena foi inteligentíssimo, eu teria feito a mesma coisa se fosse o meu time, arranjou confusão com o árbitro, foi expulso e enrolou cerca de 5 minutos de jogo, no momento que a Fiel mais explodiu no estádio, e que o time corinthiano estava mais aceso no jogo, ele conseguiu esfriar a partida e aumentar a pressão e o nervosismo dos jogadores do Timão.

Júlio Cesar ainda falhou novamente, em saída de bola, num tiro de meta de futebol juvenil, a bola bateu em Ralf, e sobrou para o time da Ponte, Pimpão foi lançado e ampliou. Ainda teve tempo para Alex diminuir, mas já era tarde. Corinthians eliminado.

Passados 30 minutos, o Palmeiras enfrentou o Guarani, um dos maiores algozes palestrinos do futebol do interior paulista, principalmente no Brinco de Ouro. O time do Bugre é um time ajustado, que joga na velocidade pelos flancos, e tem um jogo aéreo forte. E o time do Palmeiras sabia disso e tentou se prevenir.

Luan voltou ao time, na tentativa de privar Oziel de subir ao ataque, alternativa eficiente na primeira etapa, quando o time do Palmeiras dominou o jogo, teve algumas oportunidades de abrir o placar. Mas o Bugre soube se defender e chegou uma vez com perigo, com o meia Danilo.

Na segunda etapa, os mesmos problemas de posicionamento na defesa fez com que o Bugre chegasse mais, na bola alçada, Fumagalli, sim aquele mesmo, abriu o placar num gol olímpico. E logo em seguida, em uma cobrança rápida de lateral, Henrique teve que sair da zaga para dar o combate, dando espaço para Fabinho, que concluiu com perfeição para amplicar.

Logo em seguida, Luan fez bela jogada pelo flanco esquerdo, driblando dois jogadores e finalizou cruzado, no rebote Assunção diminuiu. Com 9 minutos do segundo tempo, a partida tinha 3 gols, com vantagem para o time da casa. Nisso, Felipão avançou o time, colocou Valdívia no lugar do esforçado João Victor, Palmeiras dominava as ações, mas carecia de organização: era muita vontade, mas pouca inspiração, o time martelava, mas pecava no momento de definição.

Com isso, o espaço atrás aumentou, e mais uma vez Fabinho teve chance para ampliar, e mais uma vez concluiu com perfeição: 3×1 bugre. Nos acréscimos Henrique descontou, mas não dava tempo para mais nada.

Palmeiras e Corinthians morreram abraçados no Paulistão, e o derbi que todos esperavam, não será o derbi da capital, mas sim o derbi campineiro: Guarani x Ponte no Brinco de Ouro, um jogo que ninguém pode perder.

Abraços.
Caio Di Pacce.