Bora Baêa! Agora em Alemão

Bora Baêa!

– BAÊA, BAÊA, BAÊA

A seleção Alemã está treinando no CT do Bahia EC, na capital mais hospitaleira desse nosso país: Salvador. E, claramente os germânicos entraram no clima da Copa e parecem já estar bem adaptados, se não ao clima do Nordeste brasileiro, pelo menos ao calor humano do nosso povo.

Vejam o vídeo do Neuer e do Scheweinsteiger cantando junto aos torcedores do Baêa. Incrível.

Vai ter Copa sim, e, vai ter MUITA Copa do Mundo aqui no Brasil.

Olha o Klose comemorando seu aniversário com os Índios Tapaxós:

– Parabéns pra você! Nessa data Querida

Adaptar-se ao ambiente do país sede e entrar no clima da Copa, é uma das coisas que as seleções devem fazer para Ganhar uma Copa do Mundo. Nesse aspecto, principalmente entre as seleções européias, a Alemanha saiu na frente.

#VaiTerCopa

Abraços.
Caio di Pacce.

Agradecimentos a Tércio Silveira.

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Flamengo Bi-Campeão da Copinha!

Um jogaço entre Flamengo e Bahia nessa manhã calorosa de aniversário da cidade de São Paulo. Os dois melhores times fizeram a final da maior competição de Futebol Júnior.

O time carioca começou melhor, abriu logo o placar, jogando aberto, nas costas da zaga baiana que demonstrava muita garra, mas com muito nervosismo. Porém com o aumento do calor, o time carioca deu uma cansada. Assim, a posse voltou ao tricolor de aço que empatou de penalti.

Mas foi no segundo tempo que o jogo se decidiu. O time do Bahia voltou melhor, tocando a bola e encontrando espaços na defesa rubro-negra. Mas era dia de César, um goleiro guri que estavam fechando o gol. Já para ensinar essa molecada: Time que não faz toma.

E o Bahia tomou, o bom zagueiro Dudu tirou Rafinha de campo, tomou o amarelo, Thomáz entrou em seu lugar, e na primeira bola sofreu o pênalti do mesmo Dudu, que recebeu o vermelho. Ficou para Negueba, volante rubro-negro, o peso da cobrança. O garoto não sentiu pressão nenhuma e bola na rede.

O ticolor de aço bem que tentou empatar, mas o guri César não deixou. Fechou o gol e sacramentou o Bi-campeonato para o Flamengo.

Abraços.
Caio Di Pacce.

Bahia, primeiro campeão brasileiro

A CBF vai unificar os títulos da Taça Brasil, Roberto Gomes Pedrosa e Taça de Prata. Na época anterior a 1971, esses campeonatos tinham o status de competições nacionais, já que não havia uma organização formal de um campeonato brasileiro.

Com isso, temos um novo primeiro campeão brasileiro, que é o Esporte Clube Bahia. O título da Taça Brasil de 1959 é reverenciado pelos tricolores baianos, já que o time havia batido o temido Santos de Pelé, Coutinho e Pepe.

Bahia, 1959 - Em pé: Marito. Wassil. Hamilton. Ari e Biriba. Agachados: Leoni. Haroldo. Henrique. Nadinho. Vicente e Florisvaldo.

No entanto, surgiram situações interessantes. Com esse reconhecimento, o Palmeiras foi bi-campeão nacional em 1967. O Palestra alviverde arrematou no mesmo calendário, a Taça Brasil e o Robertão. Mesmo que a Academia mereça ser reverenciada, esses dois títulos vem instaurar definitivamente a polêmica.

Palmeiras, 1967 - A Academia com Djalma Santos e Ademir da Guia

Por outro lado, uma justiça  histórica foi feita. O Botafogo de 1968 também foi coroado com uma conquista nacional. Aquele contava com figuras como Jairzinho e Paulo César Caju, orquestrados pelo jovem técnico Mario Jorge Lobo Zagallo.

Fogão, 68 - Timinho com o esboço do esquadrão canarinho de 1970

Não se pode dizer que a decisão da CBF foi acertada. A turma de Ricardo Teixeira, assim como Blatter, vem abusando das decisões políticas. No entanto, o reconhecimento desses títulos não aumenta a grandeza dos clubes. Só coroam aqueles esquadrões que já eram históricos.

Bom para o futebol.

O tricolor da boa terra voltou

Enquanto no “Sul maravilha” a briga nos gramados promete esquentar na reta final da Série A do Brasileirão, já podemos dizer que o carnaval começou na Bahia. O tricolor da boa terra está merecidamente de volta à elite do futebol.

Espero que o Vitória consiga se manter na Série A para o próximo ano. Imagina um domingão com Grêmio x Inter; Flamengo x Fluminense; Corinthians x Palmeiras; Cruzeiro x Atlético-PR; Coritiba x Atlético-PR e Bahia x Vitória na mesma rodada.

Quantos campeonatos de futebol no mundo podem se dar ao luxo de ter ao menos seis clássicos em apenas uma rodada?

O Bahêa voltou para a primeira divisão após vencer a Portuguesa no estádio de Pituaçu por 3 a 0. O resultado já parecia premeditado para os tricolores. Afinal, dias antes da peleja começar a diretoria do Bahêa solicitou a instalação de um telão em Salvador e prometeu espalhar trios elétricos pela cidade após o jogo.

Os jogadores, já pensando em se esbaldar no festerê, não decepcionaram a torcida e atropelaram a equipe Lusa. Destaque para o centroavante Adriano Michael Jackson, que marcou duas vezes para a equipe baiana.

Agora, corre a notícia de que de o jogo entre Bragantino e Bahia, na última rodada da série B, será no estádio do Morumbi, em São Paulo. Segundo o site Globo.com só falta a CBF confirmar o local da partida, pois o acordo com o São Paulo já foi fechado.

Se isso realmente acontecer no dia 27/11 vou vestir a camisa do Bahia, com o número 8 de Bobô nas costas, e irei até o Morumbi saudar o retorno do Campeão Brasileiro de 1988 à primeira divisão. 

Bahêa!

O Grêmio de Presidente Prudente e o Atlético-GO que me perdoem, mas torcida e carisma são fundamentais na série A do Brasileirão. E se tem um time que preenche esses dois campos, esse time é o Bahia (ou Bahêa como a geral pronuncia).

Só para terem uma idéia da importância histórica do Bahia, o clube foi a primeira equipe brasileira a faturar um torneio nacional e participar da Libertadores da América, após vencer a Taça Brasil de 1959 contra o Santos de Pelé. Depois, já como Campeonato Brasileiro, o Tricolor da Boa Terra foi o primeiro e único time da região Nordeste a ganhar o Brasileirão. A equipe sempre arrastou multidões para a Fonte Nova, em Salvador.

A primeira lembrança que me vem à cabeça quando falam do Bahia está no time de 1988. Campeão Brasileiro na bola e na mandinga! Nessa época o futebol brasileiro ainda tinha seu lado folclórico presente no dia a dia das decisões. O Bahia tinha um torcedor, o Lourinho, que sempre nos momentos decisivos aparecia na TV fazendo vudu com o goleiro da equipe adversária. E foi assim, com as mãos de Taffarel amarradas e no talento de Bobô, Charles, Paulo Rodrigues, João Marcelo e Zé Carlos, que o Bahia superou o Internacional na final de 1988 – 2 a 1 em Salvador e 0 a 0 no Beira-Rio. O técnico da equipe era Evaristo de Macedo.

O maestro daquele time foi Bobô, que chegou a ser citado na música “Reconvexo” de Caetano Veloso. Com o sucesso, o craque chegou a Seleção Brasileira e partiu para o “Sul Maravilha”. Jogou no São Paulo, Flamengo, Fluminense, Corinthians e Inter sem repetir o mesmo brilho que mostrou no Bahêa.

Em 2010 o Bahia ocupa a sétima colocação na Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, o que é uma pena. Seu lugar é entre os grandes, entre os campeões, como expoente máximo do futebol nordestino. Mas uma seqüência de péssimas administrações nos últimos 15 anos (ou mais) e até mesmo a tentativa catastrófica de transformar o clube em empresa levou o Tricolor de Aço para essa situação.

Hoje, quando procuro saber como foi a rodada da Série B a primeira coisa que faço é observar o resultado do jogo do Bahia. Reage Bahêeea!