Rebaixamento pero no mucho

Outra hecatombe boleira se aproxima do Palestra. Mesmo o time razoavelmente armado pouco produz dentro de campo. A derrota para a competente Portuguesa no meio da semana, estarreceu o ambiente alviverde por mais uma vez.

Não há de se questionar o direito de cair. A queda para divisões inferiores traz novos ares para as alamedas dos clubes. Novos jogadores, com mais vontade, se unem na fé de um título certo para vossos currículos. Cartola com aspirações messiânicas declaram amor eterno ao clube. O futebol pode ser assistido em quase todos os dias da semana.

Não há também, mais nada de mal em ser rebaixado. As coberturas televisivas são amplas e os times que lá estão, geralmente, competitivos. Pode se debater a qualidade dos certames, mas isso pouco adiciona à graça do esporte. Que é mesmo o pega-pra-capá mesmo (vide quantos sentem falta dos gloriosos mata-mata).

Diz-se que no Palestra tem-se um dedo-duro. Dedo-duro de quê? E qual tipo de mal-estar vem ele causando para ser assim perseguido? Não é certo que César Sampaio acertou em convocar a Mancha para a caça as bruxas. Nessa ele ganhou tempo. Jogou o holofote para outro lado do palco.

Talvez a maior dor do torcedor palestrino não seja a queda per se do seu escrete. E sim, o descenso esmeraldino no mesmo ano da máxima glória alvinegra de Parque São Jorge.

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