Noite de reencontros

Foi a noite dos reencontros. Com o Canindé lotado, com a alegria, com uma torcida que apoiou o tempo todo, mesmo nos momentos menos felizes, com um time que nos fez sentir, outra vez, o orgulho por torcer pela Portuguesa.

Há muito tempo que nada disso acontecia no Canindé. Exceto por um ou outro momento isolado, em conquistas pouco significativas, tudo o que se passava nos quiosques lusos me afastou do clube.

Em todos os sentidos, seja por problemas de saúde ou por decepções com algumas pessoas. Seja por força de ofício ou pelo simples desgaste, as coisas caminharam para que o amor incondicional virasse imparcialidade.

Mas o jogo de sexta-feira foi especial. Foi mágico. Nunca senti tanto orgulho por torcer pela Portuguesa. Ver o Canindé tomado pela torcida, a garra de um time tão superior, a reconquista do respeito dos adeptos dos outros distintivos, que ou nos olhavam com desdém ou com pena.

Foi a noite dos reencontros: com as pessoas que há muito não via, com o brilho nos olhos de todos os que tomaram as bancadas do estádio luso e, principalmente, com o amor incondicional pela Portuguesa.

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