Noite escura, muito escura

O Vila Nova aplacou a líder Portuguesa. Não vou falar que a Portuguesa perdeu para o Vila, pois isso seria não reconhecer os méritos de quem venceu, mesmo que este tenha ficado o tempo todo no campo de defesa.

Futebol também é isso. A Grécia foi campeã da Eurocopa em 2004, desgraçadamente contra Portugal, jogando numa retranca de dar inveja ao austríaco Karl Rappan, o criador do ferrolho suiço, ou o Catenaccio do argentino Helenio Herrera.

Tá certo que a Lusa não jogou absolutamente nada. Marco Antonio esteve irreconhecível, Edno acertou pouco, Henrique e Ananias não estiveram bem, Ivo foi horroroso e Mateus foi expulso. Muito também pelo bom trabalho defensivo da equipa goiana, que foi um time mais durante o jogo todo e mereceu o êxito.

Não é de hoje que a Portuguesa tem feito maus primeiros tempos. A diferença é que, desta vez, a sorte foi madrasta e o time tomou o golo quando estava se encaixando em campo.

Foi um jogo atípico mesmo, ou melhor, foi uma noite diferente, pois o Duque de Caxias, após 16 rodadas, venceu seu primeiro jogo. Aliás, é o time da Baixada Fluminense o próximo adversário da Portuguesa, já na sexta-feira. Jogo para se recuperar e espantar de vez a estigma de emperrar quando todos esperam que tenha chegado a hora do “agora vai!”

Que o desaire de ontem tenha sido apenas fruto de uma jornada má conseguida, numa noite escura, muito escura.

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