A diferença de Santos e seres mortais

Marcos mais uma vez mostrou o por quê de ser Marcos, o Santo do Palestra Itália. Deu uma aula de honra e respeito a seu adversário. Ele disse não, quando todos os homens normais lá presentes queriam o sim:

O Palmeiras ganhava o jogo por 4×0 contra o Avaí, em uma jogaad rápida Lincoln foi derrubado e sofreu o pênalti. O Canindé veio abaixo, gritaram o nome do Santo, os jogadores do Palmeiras mandaram ele bater, ele hesitou, caminhou um pouco, mas voltou a sua área. Concordou com Felipão e fez o sinal negativo. Kléber bateu e fez o 5o gol palmeirense.

Eu, como palmeirense, queria vê-lo batendo a penalidade, mas o Santo me deu mais uma aula de futebol. Na coletiva ele disse: “Não sou eu que bato quando o jogo está 0x0, não baterei quando o jogo estiver 4×0.” Ele quis poupar o goleiro adversário dessa humilhação.

Quando comparado à Rogério Ceni, ele retrucou, “RC é o batedor oficial do São Paulo, tem qualidade para tanto, no Palmeiras quem bate é o Kléber, Assunção e Lincoln, nessa ordem.”

Honra não se fabrica, ou se têm, ou nasce sem. Marcos, Parabéns mais uma vez.

Abraços.
Caio di Pacce.

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Uma resposta

  1. […] novela, que começou após a goleada contra o Avaí, no jogo em que Marcos mostrou ser diferente dos demais, teve vários capítulos, o jogador e seu agente erraram, a diretoria errou também. Todo e […]

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