Há que se ter calma

O outrora descontente Heverton garantiu a vitória da Portuguesa, frente ao (por enquanto) Americana, no Canindé. O jogo foi sofrível, como de costume. e a torcida pegou no pé no meia. 

Heverton, ao lado de Fabrício, externou sua vontade de deixar o Canindé. Ao contrário do ala, foi demovido da ideia e reintegrado ao elenco, tendo, inclusive, jogado o clássico contra o Palmeiras.

É óbvio. como dois e dois são vinte e dois, que o jogador ficou mal com a torcida. É evidente que não se espera racionalidade por parte dos adeptos de uma equipe que não ganha nada relevante há quase 40 anos. É lógico que a malta das bancadas tem, pois, todo o direito de pegar no pé do atleta.

Da parte dele, Heverton, que goza da confiança do treinador Sérgio Guedes, espera-se atitudes mais inteligentes. Não cabe, sob hipótese alguma, colocar a mão perto da orelha, esperando que a torcida grite seu nome. Esta, por sua vez, deve apoiar o jogador durante o jogo, pois é a Lusa que ele representa. Fazer diferente é dar um tiro de fuzil no pé.

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