A Copinha, com carinho

A Copa São Paulo de Futebol Júnior é o aperitivo da temporada brasileira de futebol. Embora o formato seja um pouco polêmico e massacrante, a iniciativa é muito válida para dar visão para os nossos futuros craques.

Nem sempre os jogadores que vão bem na Copinha conseguem lograr algum êxito quando se profissionalizam. Lembrando assim de cabeça, o Elton que foi peça chave no título de 2004 do Corinthians. Hoje, está apagado no Sport de Recife.

Outro coringa que não vingou foi o atacante Jamelli, campeão da Copinha pelo São Paulo em 1993. Apesar de estar no expressinho tricolor que conquistou a Libertadores do mesmo ano, Jamelli tão pouco vingou na Europa onde defendeu o Zaragoza. Hoje, joga flag pelo Santos.

 

A Copinha revela talentos até para o futebol americano

Por outro lado, tivemos a Portuguesa de 1991, com Dener e Sinval, que encantou o janeiro chuvoso daquele ano com enxurradas de gols. Também o Guarani de Pitarelli, que na final superou um jovem Rogério Ceni e agarrou históricos três penales.

 

Sempre que puder, vou lembrar dele aqui.

A fase final da Copinha é sempre arrepiante. Santos e Cruzeiro fizeram um duelo digno de Libertadores no ano passado. Sem contar quando os desconhecidos azarões dão as caras, como o planaltino CFZ  foi quartifinalista da última edição.

Um brinde ao futuro da nossa paixão!

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2 Respostas

  1. Denner Mito!
    E viva a Copinha.

  2. O expressinho do SP foi campeão da Copa Conmebol não dá Libertadores.

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