50 anos del Pibe de Oro

A Humanidade é corporativista. Gostamos daqueles personagens que se perdem nos mais mundanos dos sentimentos e paixões, nos vícios, nos desvios de conduta. Ao mesmo tempo, saboreamos atordoados a grandeza dos feitos impossíveis, mágicos e miraculosos.

Dale, gracias!

Diego Armando Maradona é um pouco desses dois mundos. É um tipo dos mais marcantes, daqueles que se ama ou se odeia. Profundamente. No entanto, podemos odiar e amar Maradona em um mesmo momento.

Mesmo acreditando cientificamente que Pelé foi muito melhor que Maradona, não há como se curvar para o pibe de oro. Sua genialidade aliada a sua extravagância, sua postura provocativa e sua história de vida são instigantes. E apaixonantes.

Por mais perdido que foram seus caminhos, em Nápoles ou em Cuba, não há de se negar uma atração fatal pelo camisa 10 alviceleste. Atração fatal engloba um rompante de repúdio imediato, quando esse argentino dá aquele elástico fulminante ou encaixa uma cobrança de falta bem onde a coruja dorme.

Sim, meio século de vida. De uma vida apaixonante, dramática, irresponsável e genial. Parabéns pibe, por ser um resumo vivaz da natureza humana.

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Uma resposta

  1. Maradona é demais!
    “O mama mama O mama mama
    sai perchè me latte il corazon
    Ho visto Maradona, Ho visto Maradona!
    Hey! Mama! Innamoratto son!”

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