Banho de Libertadores

O Beira-Rio acaba de assistir um típico jogo da Libertadores. Em casa, o Colorado gaúcho mediu forças com os pincharratas de La Plata. Cada centímetro quadrado da partida foi disputado ardorosamente. Um banho de futebol latino-americano.

Não houve domínio técnico de nenhum time. As duas propostas muito parecidas deixaram o jogo travado. O Estudiantes é uma equipe muito mais madura que o Inter. Verón realmente é diferenciado e aos 35 anos mostrou por quê está na Copa.

Por outro lado, o Inter é um time aguerrido. Com a casa cheia, não conseguiu criar muito na primeira etapa. Fossati percebendo o rendimento baixo do escrete, sacou o mediano Walter e inseriu Taison.

Com ele, o time gaúcho organizou mais sua infantaria. Tanto que aos 20 minutos do segundo tempo, não se via mais um contra ataque argentino. D’Alessandro acostumou muito com o futebol brasileiro e entra na disputa de cai-cai com Neymar.

A pressão continuou. Continuou até uma falta alçada na área que Sorondo desviou. Um gol clássico de um jogo truncado. E aos 43 minutos. Assim, o colorado dos pampas saiu de campo com um bom resultado.

Pode-se dizer que as torcidas gaúchas são meras releituras das barras argentinas. No entanto, tanto ontem no Olímpico como agora pouco no Beira-Rio, o que se viu foi um espetáculo de vibração.

E vibração é o que o Inter vai precisar em La Plata na quarta que vem.

Foto: Reuters

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2 Respostas

  1. Na bacia das almas. Verón tá jogando demais. Semana que vem é 2 a 0 Estudiantes.

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